65ª Regata Benedito César: uma competição repleta de Emoção e muita Superação

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65ª Regata Benedito César: uma competição repleta de Emoção e muita Superação
Por Ricardo Dubeux
PS.: Desculpem os erros ortográficos , pois ainda estou de repouso devido ao meu estado febril.
Esse final de semana vivemos momentos emocionantes e de muita garra e superação, quando tivemos reunidos para participar da segunda Regata mais antiga do Brasil, 65ª Regata Benedito César Ponta de Pedras Recife. A intensidade das emoções foram ainda maiores, pois no dia 9 de dezembro de 1979, ou seja, há exatos 38 anos atrás, meu pai , Mario José Dubeux Júnior, com 38 anos de idade, participava da sua última regata aqui na terra, com a presença dos três filhos na raia: Eu(Ricardo), Mario Roberto e Mario José Neto.
Não foi fácil participar da Regata, pois sai com meu querido filho Henrique de Candeias no sábado encarando um contravento feroz com ventos nordeste de intensidade de 20 knots chegando a rajadas de 23 knots. Foram 33 bordos, a idade de Cristo, para enfim chegamos, depois 6h30 de velejada vencendo ondas e muitas pancadas, às 17h15, completamente exaustos, na praia de Ponta de Pedras, localizada no litoral norte e 49,90km distante  do Marco Zero  na capital do estado, Recife.WhatsApp Image 2017-12-09 at 23.58.01
O jantar na casa de D. Nitinha César ( já falecida) foi um momento ímpar do evento, contando com a presença das filhas dela que mantiveram a tradição de receber todos participantes da regata no casarão que estava decorado de forma deslumbrante. A comida sensacional, música impecável, enfim, tudo para celebrar a grande noite que antecedia a largada da regata.WhatsApp Image 2017-12-09 at 23.57.58(1)
Se não bastasse tudo isso, ainda fomos brindados por outro momento abençoado,pois estávamos, eu(Ricardo),Henrique(meu filho),Mário Roberto(meu Irmão) e Victor( Filho do Mario e meu querido sobrinho), reunidos com toda família da vela,  sentados na mesa de duas pessoas que conheceram e conviveram com meu pai: Roberto Alcoforado e Paulo Almeida. Foi de arrepiar a conversa e as lembranças de tantas coisas,que não consigo explicar, pois acho que na minha vida nada acontece por acaso.
Roberto Alcoforado foi capitão de flotilha do Hobie cat 16, por anos a fio, conviveu com meu pai dentro e fora das raias, e é uma pessoa que guardo no meu coração com respeito e admiração, pois me conheceu ainda com 12 anos de idade, quando ainda era proeiro do meu pai e esteve presente em toda minha vitoriosa trajetória na vela, e quando assumiu o posto mais alto de comando do Cabanga Iate Clube de Pernambuco, Comodoro, fez questão de me convidar para fazer parte e ser membro de sua diretoria.
No bate-papo da noite viajamos até a década de 90, quando relembrando, que juntos, implantamos um novo conceito de marketing e eventos superavitário no clube e ainda deixamos o legado de prestigiar o sócio, verdadeiro dono do clube, mostrando que o Cabanga era a extensão das vossas casas. Recordamos que, tive o orgulho e a honra de está com ele, Roberto Alcoforado, até o final do seu mandato, e a surpresa maior, de ter meu trabalho reconhecido com exito, quando tive a surpresa de ser convidado para compor a chapa de Sergio Mota na função de Vice-Comodoro, no final dos 90. Fomos eleitos duas vezes consecutivas e juntos, com nossa fantástica equipe, ficamos juntos até a virada do milênio , transformando o clube, em uma referencia de administração e sucesso no Brasil.
Logo depois em 2001 tive que me ausentar do Cabanga Iate Clube entregando meu título gratuitamente, ficando distante fisicamente da família Cabanga por mais de 16 anos, ou seja até hoje. Saudades eternas de tudo que vivi desde os meus 5 anos de idade, desde meu inicio na vela do optimist até, aos 37 anos de idade, ao subir ao pódio em 3 terceiro lugar do Campeonato Mundial da Classe Hobie Cat 14 como velejador deste clube, que jamais esquecerei, pois tudo que aprendi na vida vieram dos sinais que consegui captar através dos ensinamentos da cultura náutica.Que vontade enorme de poder voltar ao convívio de todos vocês que fazem parte da minha vida!  Quem sabe um dia!
Bem, depois de passar todo esse filme através de uma agradável conversa com Roberto Alcoforado, tendo como testemunha e participação do Comodoro Paulo Almeida que foi uma pessoa que conheci gracas a fortes ligações dos meus pais Mario José e Deluse Arantes Dubeux. Frequentei a casa de Paulo e fui amigo de todos os filhos Evaldo, Paulinho, Renato ,Eduardo e Serginho. Frequentava a casa deles com frequência, pois me sentia em sintonia com essa maravilhosa família.
E no momento que meu pai precisava de um medicamento na UTI,que estava fazendo ele reagir ao infarte de 14 de Dezembro de 1979, só me lembei do meu médico e na época Tio Paulo Almeida. Lembro-me como se fosse hoje: Fui para casa de Paulo Almeida na Madalena e ligamos para meu Tio Walter, cardiologista no Rio de Janeiro, das 18h às 22h  e , graças a Deus, conseguimos a medicação que chegou de avião no outro dia, ou seja, dia 19.
Então com a medicação nas mãos do pessoal do Hospital Santa Joana, meu pai começou a reagir e, não só saiu do quadro de UTI, bem como  teve seu Natal e Réveillon de 1979,  juntos conosco na casa dos nossos avós paternos.Essa gratidão jamais esquecerei a pessoa de Dr. Paulo Almeida e família! Deus os abençoe,pois sempre estiveram em minhas orações!

Acabado o jantar do sábado. Fui para uma pousada chamada Sayonara (veja o link e reserve logo para o próximo ano pois adoramos a recepção, as instalações, o cafe-da-manhã , a limpeza e a localização e o aconchego https://www.facebook.com/sayonarapousada/). Mas devido aos momentos de fortes emoções das quase 7h de velejada e muitas lembranças no jantar, não consegui dormir bem. Cochilei e descansei ao todo três horas. Acordamos, eu e meu filho Henrique as 6h30 e fomos tomar o café, com muita alegria, juntamente com uns 25 velejadores da Regata.

Bem, depois de montar barco guardar tudo que trouxemos para pernoitar em Ponta de Pedras, chegou a hora de encarar a Regata, que foi corrida sob ventos de 15 a 23 knots Nordeste. Largamos em primeiro lugar e logo em Catuama, ou melhor na Barra, já conhecida pelas fortes quebrações, fomos surpreendidos com uma onda e uma forte rajada, o que acarretou numa capotada. O vento estava tão forte que desviramos e o barco passou direto virando novamente,mas depois de 12 minutos conseguimos desvirar definitivamente, subir no barco, ajustar as velas e manter o rumo em direção ao Marco Zero, continuando a nossa  Regata.
Bem, quando estávamos bem na metade da Regata, na praia em Maria Farinha, e já em primeiro lugar novamente entre os barcos, só atrás do kitesurfs Foil, eis que veio uma mega onda acompanhada de uma inesperada  rajada de vento de 26knots no momento em que demos o jibe com muita velocidade, fazendo que nosso barco capotasse de forma muito agressiva,  tendo eu inclusive, levado uma baita pancada na minha tíbia. Lá estávamos nós novamente com o barco virado. Estávamos correndo no limite e sabíamos que um vacilo podia acontecer uma capotada.
Mas devido a minha cirurgia, em maio de 2016, no pulso onde coloquei uma placa de titâneo e 13 parafusos, e perdi a artéria ulnar que é o principal vaso sanguíneo, com sangue oxigenado, da porção medial do antebraço. Ela se origina na artéria braquial e termina no arco palmar superficial, que se une com o ramo superficial da artéria radial. Ela é palpável na porção anterior e medial do pulso. Com esse acidente, hoje, tenho uma redução na força do braço esquerdo de 30%, o que me faz sobrecarregar o braço direito.

Devido a dores em todo corpo e ainda tendo que manter o foco no destino final que era o Marco Zero. partimos com muita determinação para desvirar o barco. Mas dessa vez levamos 25 minutos, pois o vento já estava com 23knots e rajadas de 25knots, fazendo com que o barco desvirasse e passasse direto, virando novamente por quatro vezes seguidas.Foi um esforço extremo, reiniciar todo processo de desvirar, mas enfim, conseguimos desvirar o barco.

Ao desvirar o barco agardeci a Deus, rezei muito para todos meus santos protetores e conseguimos subir no trampolim do Hobie Cat 16, completamente exaustos, tamanho desgastes físicos e mentais, mas mesmo assim continuamos a Regata. Ao todo foram 18 bordos ( jibes) para manter o barco na velocidade de sotavento e, enfim,  as 13h37 minutos, cruzávamos a linha de chegada no Marco Zero do Porto do Recife, sob forte emoção de ver no cais, a inesperada presença, restauradora, da minha família, ou seja, minha querida esposa Isabela, minha querida filha Bárbara e minha querida Mãe Deluse, que estavam pulando de alegria e emoção. Eu me abracei com meu querido filho e não tenho palavras para descrever o que senti! Só posso dizer: obrigado meu filho pela sua garra e superação, que me incentivou a dar o máximo de mim para completarmos essa histórica e inesquecível Regata.
Sim, ainda conseguimos ser o primeiro barco a vela catamaran abaixo de 20 pés a cruzar a linha de chegada, só ficando atrás, da modalidade kiteSurf Foil, modalidade pranchas a vela(com área vélica quase do tameanho de um Hobie Cat 14) e o trimaran Paturuzu com seus quase 60 pés e área vélica e tripulação de respeito,como já era previsto, devido as citadas capotadas e a demora para desvirar,  e claro  também, a grande discrepância no andamento e na evolução desses equipamentos náuticos chamados Kitesurfes Foil. Parabéns aos pilotos dos Kitesurfes e do Trimaran.
Depois de nos despedirmos de Isabela, Barbara e minha mãe Deluse , tivemos que encarar um contravento dentro do porto do Recife e ainda dar 6 bordos para sair da boca da Barra.
Nesse exato momento ainda fomos brindamos ao cruzar com o barco de Mário Roberto e Victor e vibramos muito. Depois arribamos em direção a praia de Candeias, localizada há 20 km do Marco Zero,  onde ainda velejamos 1h20 até chegarmos ao nosso clube Snipe,completamente sem forças e no limite físico dos meus 52 anos.
Ainda tivemos que empurrar o barco até dentro clube,algo em torno de 100 metros de areia fofa até a rampa de acesso ao clube. Chegando lá  viramos o barco na grama para lavar toda a vela, mastro e ferragens para tirar o sal do mar devido às capotadas.
Foi depois que desvirei o barco e colocarmos na carreta que veio o momento mais difícil  desses dois dias tão intensos. Tive uma hipotermia,que são comuns quando colocamos o corpo há exposição ao frio ou esforços físicos extenuantes. Bem, meu quadro estava explicado, pois foram dois dias seguidos onde ficamos por 11h de exposição ao sol escaldante de nosso nordeste , ainda  11h de esforço físico e emocional  extremos.
Ainda consegui chegar ao wc do Clube SNIPE em Candeias e avisei que estava passando muito mal, com sensação de que ia desmaiar e estava sentido muito frio. Em segundos a vista apagou e só me recordo deitado no chão recebendo o socorro e a ajuda dos experientes velejadores de prancha e kitesurf Jandiel e Magnus , do marinheiro Robério e do meu querido filho Henrique que conseguiram tirar as minhas roupas molhadas e colocaram-me, literalmente. sob uma capa de prancha e um cobertor de vela de windsurf para me aquecer. Fizeram massagens nas mãos e nos pés até a chegada de minha querida esposa no clube, que me levou para casa.
Ao chegar em casa iniciou a fase crítica. Foi ai que começaram ao consequências de tudo que vivi. O quadro era horrível, durou intensas três horas de febre 39,4 graus , calafrios e dores de cabeça. O relógio da minha cabeceira marcavam 17h30 e a largada foi as 10h, ou seja 7h30 de esforço e desgaste físico.
Bem, segunda-feira, 11 de dezembro, posso dizer que pulei uma fogueira! Agradeço a Deus, aos companheiros do Snipe e a minha família por ter dado todo suporte e socorro, primordiais para hoje poder contar mais essa conquista na minha vida.
Depois desse dia inesquecível, chego à conclusão que estou começando a ficar velho, para certos desafios, que já são acima da minha capacidade física!
Só posso encerrar esse diário de bordo rezando ou recitando meu querido apóstolo São Paulo: Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício… Combati o bom combate, ganhei a corrida, guardei a fé.
Amém!
PS.: As fotos da chegada são de autoria da minha querida esposa Isabela que ficarão para posteridade!Obrigado meu amor!
RESENHA DA REGATA

Georg Callou Júnior conquista Fita Azul da Benedito César 2017

Fonte: http://www.cabanga.com.br

A 65ª edição da Regata Benedito César – Ponta de Pedras/Recife foi realizada no último domingo (10 de dezembro). Os barcos largaram às 11h20, em direção ao Marco Zero do Recife. Georg Callou Júnior foi o Fita Azul no Kite Surf. Ele concluiu o percurso em apenas 1h13min. No ano passado, Callou também foi o vencedor do evento, assim como aconteceu em 2014.
O segundo lugar geral ficou com Romero Antunes Barreto, que cruzou a linha de chegada às 13h15. Já na classe Hobbie Cat 16, ponto mais alto do pódio para Ricardo e Henrique Dubeux. João Paulo Pinto Neto e Alan chegaram logo atrás.
Entre as embarcações de oceano, o veleiro Lavienrose I, de José Adolfo Bastos, foi o líder da prova na classe RGS A, seguido por Avatar (Evaldo Almeida) e Morning Breeze (Guilherme Araújo).
Na classe Mocra, o grande vencedor foi Higínio Marinsalta, comandando o barco Patoruzú. A segunda e terceira colocação, respectivamente, ficou com Jahú 2 (Luís Moriel) e Zap (Paulo Rocha). O Optimist também fez bonito, e o pódio da classe ficou com Lucas, Miguel e Chico, nesta ordem.

No Dingue, medalha de ouro para Paulo e Francisco, prata para José Maria e Jairo Vale, e bronze para Luciana Raposo e Andrea Câmara.

CERIMÔNIA PREMIAÇÃO
Cerimonia de Premiação da 65ª edição da Regata Benedito César – Ponta de Pedras/Recife será realizada,em meio a um jantar,  na próxima quinta-feira, dia 14 de dezembro, na sede do Cabanga iate Clube de Pernambuco.
Parabéns a todos participantes pela bela regata!
Bons Ventos!
logobenedito1Fonte:Assessoria de Comunicação do Cabanga
Neste domingo (10 de dezembro) será dada a largada para a 65ª Regata Benedito César, uma das competições mais tradicionais e das mais antigas regatas oceânicas do Brasil, a tradicional Benedito César, reunindo velejadores de diversas classes. Ao todo os participantes percorrerão 27 milhas, o equivalente a 50 km, até a linha de chagada no Marco Zero do Recife. Imagens aéreas Litoral norte Pernambucano ADRIANO GONÇALVES
Organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, a regata partirá da Praia de Ponta de Pedras, em Goiana, às 10h, rumo ao Porto do Recife, em frente ao Marco Zero.
Estão convidadas a participar do evento as classes Dingue, Snipe, Optimist, Laser, Day Sailer, Wind Surf, Kite Surf Open, Kite Surf Racer, Hobie Cat 14 e 16, Microtonner e Veleiros de Oceano. Os
demais tipos de embarcação a vela que não foram relacionadas poderão se inscrever como classe Aberta.Como de costume, a casa onde Dona Nitinha e Benedito César viveram, em Ponta de Pedras, receberá os participantes da Benedito César para um jantar de confraternização antecedendo a grande largada, neste sábado (9), a partir das 19h.  A cerimônia de premiação será realizada no Cabanga Iate Clube de Pernambuco, no dia 14 de dezembro, às 19h.
Além do status de uma das mais regatas antigas do Brasil, a Benedito Cesar é quase uma unanimidade entre os velejadores – a mais tradicional de Pernambuco. Apesar de nunca ter sido velejador, Benedito Cesar era amante da vela e há 63 anos decidiu oficializar os encontros anuais com alguns velejadores aventureiros que faziam a travessia Ponta de Pedras/Recife.
Curta o velejo com Paulo Collier e sua tripulação:
Em 2016, o experiente velejador de Windsurf, Elizeu Vieira, foi o grande campeão da prova, conquistando o seu nono título em 17 participações na competição. Eliseu completou as 27 milhas (50 quilômetros) entre Pontas de Pedra e o Marco Zero do Recife em 2h43.
Veja aqui o Aviso de Regata:
História e memórias
Há 60 anos, acontecia a regata Pontas de Pedras-Recife. O barco vencedor foi Frevo de Emilio Salvi e Luiz Brothehood. Em 2º lugar ficou Vicking de Nassri Hazin e Augusto Pedrosa.

Por décadas a saudosa Dona Annita de Mello, viúva do Benedito César, que também, já não encontra-se conosco nesse plano tridimensional, manteve a tradição de abrir as portas de casa para velejadores que participavam da regata Pontas de Pedra-Recife

  

“Quando moço, ele queria ir para a Marinha, mas o pai não deixou. Quando teve a chance de contribuir com a regata, foi uma realização para ele”. Essas palavras foram de dona Nitinha, viúva de Benedito Cesar, que há 64 anos empresta seu nome à regata Pontas de Pedra/Recife.

Annita de Mello Ramos Cesar que nos deixou velejando aqui nas águas da terra, hoje, navega junto do grande Benedito César, em águas de estrelas,pois viveram como poucos os dias que antecediam a largada da prova que fecha o calendário da Federação Pernambucana de Vela e Motor. Em maio de 1972, Benedito se foi, deixando saudoso o coração da companheira que durante muito tempo reuniu as três filhas – Norma, Diva e Elma -, e os funcionários da propriedade Massaranduba em torno da arrumação da casa e recepção aos velejadores.

A casa branca, com portas e janelas azuis – situada na principal praça de Pontas de Pedra e construída há 100 anos – abrigava relíquias da regata. Muitas ainda estavam dentro de baús trazidos do Japão. Alguns poucos troféus e camisas sempre estiveram à mostra. Eram lembranças relatadas com orgulho por esta simpática senhora. “Preparar o jantar do sábado à noite era uma grande festa e eu tinha que recrutar muita gente. Eram ‘toneladas e mais toneladas’ de lagosta, camarão e peixe. Os talheres todos os anos eram renovados”, relembrava nossa eterna D.Nitinha César.

Hoje, o Cabanga é quem se responsabiliza pela confraternização em Ponta de Pedras.

 

dona2A anfitriã sempre será querida e lembrada por todos velejadores do país. “Para ela (Dona Nitinha) essa festa era motivo de muita alegria. Todos os anos ela aguardava ansiosa a realização desse jantar de confraternização”, destacou Elma Petribu, que ainda relembrou os anos áureos da regata. “Já chegamos a colocar aqui mais de 600 pessoas. A prova sempre abriu a Semana da Marinha”, complementou.

Em nome de todos velejadores agradecemos o carinho dos membros da família Benedito César que jamais serão esquecidos por todos nós, tamanha é a gratidão, respeito e admiração! BONS VENTOS!

 

Delmiro da Cruz Gouveia é eleito comodoro do Cabanga

O Conselho Deliberativo do Cabanga Iate Clube de Pernambuco elegeu, na noite da última segunda-feira (04 de dezembro), a nova comodoria do clube para os próximos 12 meses. Delmiro da Cruz Gouveia e Mário Jácome foram eleitos por aclamação, respectivamente, comodoro e vice. Os dois assumirão o lugar ainda ocupado por Jaime Monteiro Jr. e Henrique Severien, que seguem no comando do clube até o dia 31 de dezembro deste ano. A passagem do cargo para nova comodoria está marcada para o dia 02 de janeiro de 2018.

Bastante honrado com a indicação, Delmiro da Cruz Gouveia fez questão de agradecer a confiança de todos na indicação do seu nome. “Será um desafio para mim assumir o Cabanga após a administração êxitosa de Jaime Monteiro Jr. Nos últimos dois anos, nosso Cabanga cresceu em infraestrutura e transparência. Quero dizer para todos que vamos manter a mesma linha de investimento, prevalecendo sempre o bem-estar dos sócios, a transparência, coesão e a harmonia do clube”, destacou Delmiro após o pleito.

O atual comodoro e futuro presidente do Conselho Deliberativo do Cabanga, Jaime Monteiro Jr., desejou sucesso à nova gestão do clube. “Apresento as boas-vindas à nova Comodoria eleita. Sinto-me muito honrado em ter feito o que fiz ao longo desses quase três anos. Estou entregando o prometido, cumpri a minha missão”, destacou Monteiro.

Durante a reunião, Delmiro da Cruz Gouveia anunciou que João Luiz Borba permanecerá como Diretor Financeiro do Cabanga. Nos próximos dias, o futuro Comodoro do Cabanga anunciará os nomes dos diretores que irão compor a sua gestão.

Jaime Monteiro Jr. é eleito presidente do Conselho Deliberativo do Cabanga

O Conselho Deliberativo do Cabanga Iate Clube de Pernambuco elegeu, na última segunda-feira (04 de dezembro), por aclamação, seu novo presidente – Jaime Monteiro Jr., atual Comodoro do nosso clube, que terá como vice Paulo Perez e como secretário Miguel Fernandes.

Durante a reunião, os 20 novos conselheiros eleitos na eleição do último dia 10 de novembro tomaram posse como conselheiros efetivos para gestão 2017/2021 (ver lista abaixo).

No primeiro discurso como presidente eleito do Conselho Deliberativo, Jaime Monteiro Jr. destacou a integridade, a governança e a transparência, como conquistas do clube.”

Jaime Monteiro Jr. assume o posto até então ocupado por Delmiro Gouveia. “Vamos conduzir o clube de maneira tranquila, bem objetiva, apoiando o novo Comodoro e as iniciativas que a nova Comodoria tomar em prol do clube, sempre de maneira propositiva”, finalizou.

Composição do Conselho Deliberativo

Presidente: Jaime Monteiro Jr
Vice-presidente: Paulo Perez Machado
Secretário: Miguel Fernando Carvalho Júnior

CONSELHO FISCAL
Na mesma reunião também foram empossados os novos membros do Conselho Fiscal do clube. Confira os nomes:

Efetivos
Altair Bezerra Júnior
Hilson de Brito Macedo Filho
Eduardo C. de Petribu F. Rocha

Suplentes
Syleno Arruda de Lacerda
Roberto dos Santos Gueiros
Jaime Yoshio de Araújo Sakaki

Confira o nome dos novos componentes do Conselho Deliberativo do Cabanga que também foram empossados na reunião da última (04 de dezembro):

Efetivos
Paulo Roberto Arruda Meira Lins (Tobeto)
Mário Roberto Cezar Jácome
José Gomes Casimiro
José Maurício de Oliveira T. Cordeiro
Alfredo Quintino O Rodrigues da Silva
João Luiz Pereira Borba
Marcos José Bezerra Menezes
Wilker Carneiro Benício
Wilson da Silva Guimarães
Hilson de Brito Macedo Filho
Ana Maria Menezes Caetano
Guilherme Vieira Mendonça Filho
Helder Maracajá de Almeida
Fernando Antônio Brasileiro Miranda Junior
Tadeu Sávio Sousa Lira
Sóstenes Sacramento Rodrigues
Rinaldo Pordeus Nobrega
Roberto Queiroz Cabral de Melo
Syleno Arruda de Lacerda
Jerreneri Vital Ferreira

Suplentes
Paulo Collier de Mendonça
Manoel Carvalho Ferreira da Silva Neto
Ricardo Jorge Gomes Pimenta
Wilson de Queiroz Campos Neto
Luciano Caldas Bivar
Leonardo Andrade Lima da Fonte
Otávio Roberto Dias Moraes
José Rodrigues Laureano Filho
João Carlos Costa
Djalma Nascimento Junior

 

Ação & Aventura

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