Programa Transamérica Ação e Aventura sobre as tartarugas que desovam em praia metropolita foi sensacional!

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Programa Transamérica Ação e Aventura sobre as tartarugas que desovam em praia metropolita foi sensacional!

Fonte:https://jaboatao.pe.gov.br

Foto: Chico Bezerra/PJG e Jefferson Vasconcellos

Programa Transamerica Ação e Aventura de ontem sexta-feira 12 abril foi eleito o melhor de todos até agora falando de Automobilismo recheado de astral falando sobre o fenômeno do nascimento das Tartarugas nas praias de Piedade, Candeias, Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, contanto com a presença Adriano Artoni @o_mareante Tec. em Meio Ambiente, Chefe do Núcleo do Monitoramento de Animais Marinhos e Animais Silvestres – MOAMAS da Secretária de Meio Ambiente e Gestão Urbana – SEMAG de Jaboatão dos Guararapes que representou em grande estilo a equipe composta por Marcos Henrique de Andrade Alves @hippie_peregrino ( conhecido como hippie peregrino) Ambientalista,Mergulhador e Voluntário, Robson Garrido @robson_garrido , Biólogo, Pós-graduado em Educação Ambiental , cursos extensivo(voluntário)e Leonardo de Araujo Barbosa( Leo), Técnico em Saneamento Ambiental, Técnico em Infraestrutura e Meio Ambiente. Voluntário. Vale ressaltar que Adriano Artoni @o_mareante é uma lenda do ambientalismo pernambucano.“Foi um prazer imensurável bater um papo com esse amigo que tenho a honra de conhecer e acompanhar sua trajetória vitoriosa sempre em prol da defesa no nosso meio ambiente e ainda falar com muita propriedade da beleza e riqueza técnica deste trabalho de preservação de nossas Tartarugas ”, complementa. Ricardo Dubeux @ricardoarantesdubeux , atleta e apresentador do Programa. Se não bastasse todo esse menu de emoções, iremos dar detalhes sobre o Moamas! na Rádio Transamerica Recife@transamericarecife! Obrigado pelas mensagens e pela maravilhosa interatividade! Próxima semana tem mais! Bons Ventos! @adriana_tude @hddutra

 

FOTO: Jefferson Vasconcellos(Drone)

Fonte:https://www.wikipedia.org

Tartaruga-de-pente

A tartaruga-de-pente ou tartaruga-de-escamas (Eretmochelys imbricata), também conhecida pelos nomes de tartaruga-de-casco-vinho, tartaruga-legítima e tartaruga-verdadeira, é uma tartaruga marinha da família dos queloniídeos, encontrada em mares tropicais e subtropicais. Espécie criticamente ameaçada de extinção devido a caça indiscriminada, possui carapaça medindo entre 80 e 90 cm de comprimento, coberta por placas córneas imbricadas que fornecem um material utilizado na confecção de diversos utensílios.

 

A tartaruga-de-pente tem como habitat natural recifes de coral e águas costeiras rasas, como estuários e lagoas, podendo ser encontrada, ocasionalmente, em águas profundas. A espécie tem uma distribuição mundial, com subespécies do Atlântico e do Pacífico. Eretmochelys imbricata imbricata é a subespécie atlântica, enquanto a subespécie Eretmochelys imbricata bissa é encontrada na região do Indo-Pacífico.[1]

 

Sua alimentação consiste em esponjas, anêmonas, lulas e camarões; sua cabeça estreita e sua boca formam um bico que permite buscar o alimento nas fendas dos recifes de corais. Eles também se alimentam de outros invertebrados, como por exemplo ctenóforos e medusas.[2]

 

Devido às práticas de pesca humana, as populações de Eretmochelys imbricata ao redor do mundo estão ameaçadas de extinção e a tartaruga é classificada como criticamente ameaçada pela União Internacional para a Conservação da Natureza. Vários países, como a China e o Japão utilizam a carne da tartaruga-de-pente na alimentação. Os cascos das tartarugas-de-pente são usados para fins decorativos. De acordo com a Convenção Sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Extinção, é ilegal a captura e o comércio de tartarugas-de-pente e produtos delas derivados, em muitas nações.[3]

 

 

Anatomia e morfologia

Eretmochelys imbricata possui a aparência típica de uma tartaruga marinha. Tal como os demais representantes de sua família, apresenta um corpo em formato plano e seus membros em forma de barbatanas, adaptados para a natação. As tartarugas-de-pente adultas geralmente atingem entre 60 e 100 cm de comprimento e pesam entre 73 e 101,4 kg, em média. A tartaruga-de-pente mais pesada a ser capturada tinha 167 kg.[2] O casco ou carapaça da tartaruga tem um fundo laranja com uma irregular combinação de faixas claras e escuras, com predominância das cores marrom e preto radiando para os lados.[10]

 

 

Uma imagem aproximada do bico da tartaruga-de-pente.

A tartaruga-de-pente apresenta diversas características que a distinguem de outras espécies estreitamente relacionadas. Sua cabeça, alongada e cónica, termina com a boca em forma de um bico (de seu nome comum, que é derivado) curvo e pronunciado mais acentuadamente do que em outras tartarugas marinhas. Os braços da tartaruga-de-pente possuem duas garras visíveis em cada barbatana.

 

Uma das características mais facilmente distinguíveis na tartaruga-de-pente são os espessos escudos (placas) que compõem a sua carapaça. Embora sua carapaça possua cinco escudos centrais e quatro pares de escudos laterais, como ocorre em vários membros da mesma família, o escudo posterior da E. imbricata sobrepõe-se de tal maneira que dá à margem traseira de sua carapaça uma imagem semelhante à beira de uma serra ou uma faca. A carapaça de tartaruga é conhecida por atingir quase um metro de comprimento.[11]

 

Os rastros na areia das tartarugas-de-pente são assimétricos, pois rastejam em marcha alternada, ao contrário da tartaruga-verde e da tartaruga-de-couro, que rastejam muito simetricamente.[12][13]

 

Devido ao consumo dos venenosos cnidários, a carne da tartaruga-de-pente pode chegar a certos níveis de toxicidade.[14]

 

Ecologia

Habitat

As tartarugas-de-pente adultas são encontradas principalmente nos recifes de coral tropicais. Elas são vistas geralmente descansando em grutas e saliências no interior e em torno destes recifes, durante o dia. Como uma espécie altamente migratória, eles também têm sido encontradas em uma ampla gama de habitats, desde o mar aberto até às lagoas e manguezais nos estuários.[11][26] Embora não se saiba muito sobre as preferências de habitat nos primeiros estágios de vida da E. imbricada, à semelhança de outras tartarugas marinhas jovens, sabe-se que são completamente pelágicas e, assim, fazem do mar aberto sua casa até a fase adulta.

 

Alimentação

 

Embora elas sejam conhecidas por serem onívoras( que come tudo ou de tudo, o que se alimenta tanto de matéria vegetal como animal) mas o principal alimento das tartarugas-de-pente são as esponjas. Esponjas constituem entre 70% e 95% da dieta das populações de E. imbricata nas regiões das Caraíbas. Entretanto, como acontece com muitos espongívoros, a E. imbricata se alimenta apenas de algumas espécies selecionadas, ignorando muitas outras. As populações de tartarugas-de-pente das Caraíbas se alimentam principalmente de esponjas da classe Demospongiae, especificamente aquelas que pertencem às ordens Astrophorida, Spirophorida e Hadromerida.[28] As espécies selecionadas de esponja que alimentam estas tartarugas incluem a Geodia gibberosa.[2] As tartarugas-de-pente também se alimentam de algas e cnidários, como água-vivas (entre as quais está a perigosa caravela-portuguesa, Physalia physalis) e anémonas-do-mar.[11] A tartaruga-de-pente fecha os seus desprotegidos olhos quando se alimentam desses cnidários, para que os cnidoblastos não penetrem em sua cabeça.[2]

 

As E. imbricata mostraram-se altamente flexíveis e resistentes com as suas presas. Algumas das esponjas que lhe servem de alimento, tais como Aaptos aaptos, Chondrilla nucula, Tethya actinia, Spheciospongia vesparium e Suberites domuncula, são altamente tóxicas (muitas vezes letais) para outros organismos. Além disso, sabe-se que a tartaruga-de-pente escolhe espécies de esponja que possuem uma quantidade significativa de dióxido de silício nas espículas, tais como Ancorina, Geodia, Ecionemia e Placospongia.[28]

 

Ciclo de vida

 

Não se sabe muito sobre o ciclo de vida de E. imbricata.[29] É sabido que as tartarugas-de-pente acasalam-se a cada dois anos, em lagoas isoladas em ilhas remotas ao longo de sua distribuição. A época de acasalamento para as tartarugas-de-pente do Atlântico ocorre normalmente entre abril e novembro. Para as populações do Oceano Índico, como a população de E. imbricata das Seychelles, o acasalamento é de setembro a fevereiro.[13] Tal como acontece com outras tartarugas marinhas, as tartarugas-de-pente acasalam-se em lagoas rasas perto das praias onde provavelmente irão nidificar. Após o acasalamento, as fêmeas sobem seus corpos pesados para a praia durante a noite. Elas terão então que desocupar uma área e cavar um buraco onde irão nidificar, usando sua barbatana traseira. A fêmea então põe os ovos no ninho e, em seguida, cobre-os com areia. Os ninhos de E. imbricata das Caraíbas e da Flórida geralmente contêm cerca de 140 ovos. Após várias horas do longo processo as fêmeas retornam ao mar. Este é o único momento em que as tartarugas-de-pente deixam o oceano.[11][16]

 

 

Filhote

 

A tartaruga recém-nascida, geralmente pesando menos de duas dezenas de gramas, sai do ninho durante a noite, após cerca de dois meses. Estes recém-nascidos apresentam cores escuras e as carapaças em forma de coração, medindo cerca de 2,5 centímetros de comprimento. Voltam-se instantaneamente para o mar, atraídos pelo reflexo da lua sobre a água (um mecanismo que pode ser perturbado por fontes de luzes antropogénicas, tais como lâmpadas e luzes de rua). As tartarugas recém-nascidas que não alcançarem a água até à alvorada serão alimento de predadores, como aves e caranguejos.[11]

 

O início da vida das tartarugas-de-pente juvenis é desconhecido. Após chegar ao mar, os filhotes entram em um estágio pelágico de vida (tal como outras tartarugas marinhas), por uma quantidade de tempo indeterminado. Enquanto as taxas de crescimento da tartaruga-de-pente não são conhecidas, quando as E. imbricata juvenis atingirem cerca de 35 cm, passam de um estilo de vida pelágico para um associado aos recifes de coral. A tartarugas-de-pente chegam à maturidade aos trinta anos.[16]

 

 

Filhote de tartaruga de pente em Paulista, Pernambuco, Brasil

 

Embora não haja consenso claro, devido à falta de dados, acredita-se que as tartarugas-de-pente vivam de trinta a cinquenta anos, em estado selvagem.[30] Tal como outras tartarugas marinhas, as tartarugas-de-pente são solitárias durante a maior parte de suas vidas, elas só agrupam para acasalar. São altamente migratórias.[29] Devido à dureza de suas carapaças, não possuem grandes predadores e existem poucas criaturas que são capazes de morder através da sua concha protectora. Tubarões e crocodilos-de-água-salgada são alguns dos seus predadores naturais. Polvos e algumas espécies de peixes pelágicos também predam as tartarugas adultas.[29]

 

Evolução

Entre as tartarugas marinhas, a Eretmochelys imbricata tem várias características anatômicas e ecológicas únicas, inclusive sendo o único réptil essencialmente esponjívoro conhecido. Por isso, sua posição evolutiva é pouco clara. Análises moleculares apoiam a probabilidade de que a Eretmochelydae evoluiu de ancestrais carnívoros, em vez de herbívoros. Como a tribo taxonômica Carettini é composta de espécies carnívoras (como a tartaruga-comum), a tartaruga-de-pente muito provavelmente evoluiu a partir deles, em vez da herbívora Chelonini, que inclui a tartaruga-verde.[31]

 

Importância econômica

 

Ao redor do mundo, tartarugas-de-pente são caçadas por seres humanos ainda que isso seja ilegal em muitos países.[32] Em algumas partes do mundo, as tartarugas-de-pente são comidas como iguarias. Desde o século V a.C. que tartarugas marinhas, incluindo as tartatugas-de-pente são comidas como iguarias na China.[33]

 

Muitas culturas também utilizam os cascos das tartarugas para decoração. Na China onde era conhecido como tai mei, é chamado de concha de tartaruga, nome dado para o seu casco que foi usado para decoração.[33] No Japão, as tartarugas também são pegas por causa de seu casco, que são chamados bekko em Nihongo. É utilizado em diversos utensílios pessoais, por exemplo como armação de óculos. Em 1994, o Japão deixou de importar cascos de tartarugas-de-pente de outras nações. Antes disso, o comércio japonês de cascos de tartarugas-de-pente foi cerca de 30.000 quilogramas de matéria-prima de cascos por ano.[20][34] No ocidente, os cascos de tartarugas-de-pente foram pegos pelos antigos gregos e romanos para a joalheria, tais como pentes, escovas e anéis.[35] A maior parte do comércio mundial de casco de tartarugas-de-pente é colhido a partir das Caraíbas. Em 2006, verificou-se uma grandes quantidade de cascos de tartarugas-de-pente disponível nos países da região, incluindo a República Dominicana e a Colômbia.[36]

 

A tartaruga-de-pente é retratada no verso das notas de vinte bolívares venezuelanos e dois reais brasileiros. Uma fonte com uma escultura de um menino andando em uma tartaruga-de-pente é carinhosamente conhecida como Turtle Boy, e está em Worcester, Massachusetts, nos Estados Unidos.

 

Conservação

Por consenso, determinou-se que tartarugas marinhas, incluindo a Eretmochelys imbricata são espécies ameaçadas graças à sua longa longevidade, lentos crescimento, maturação e taxas de reprodução. Muitas tartarugas adultas foram mortas por seres humanos tanto deliberadamente e incidentalmente. Além disso, os sítios de nidificação das tartarugas também estão ameaçados pela invasão humana e animal. Pequenos mamíferos sabem desenterrar os ovos dos ninhos das tartarugas.[11] Nas Ilhas Virgens, os ninhos de Eretmochelys imbricata (junto com os outros ninhos de tartarugas marinhas como as Dermochelys coriacea) são frequentemente atacados por Herpestidae.[37]

 

 

Em 1996, a lista vermelha da IUCN de espécies ameaçadas, classificou a Eretmochelys imbricata como criticamente ameaçada de extinção.[38] O seu status como uma espécie ameaçada de extinção foi contestada antes deste, com duas petições a alegar que a tartaruga (juntamente com outras três espécies) teve significativa perda de população em todo o mundo. Essas petições foram rejeitadas pela IUCN com base em sua análise dos dados apresentados pelo “Marine Turtle Specialist Group (MTSG)”. Os dados fornecidos pelo MTSG mostraram que a população mundial das Tartarugas-de-pente tinha sido reduzida em 80% nas últimas três gerações da espécie, e que não havia nenhum aumento significativo das populações de tartarugas como em 1996. À luz destes dados, a IUCN aplicou o criticamente em perigo (A1) ao status da espécie. O estado CR A2 foi negado, no entanto, porque a IUCN acreditava que havia dados insuficientes para mostrar que a população das Tartarugas-de-pente teria uma diminuição de mais de 80% no futuro.[39]

 

Historicamente a Eretmochelys imbricata foi pela primeira vez colocada como ameaçada pela IUCN em 1982.[40] Este estado continuou durante todo o percurso através de várias reavaliações, em 1986,[41] 1988,[42] 1990,[43] e 1994,[44] até que foi atualizado em estado de criticamente ameaçado, em 1996.

 

A espécie (junto com toda a família Cheloniidae) foi colocada no Anexo I da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção.[3] É ilegal importar ou exportar produtos da tartaruga, matar, capturar ou molestar tartarugas-de-pente.[32]

 

Envolvimento local em esforços para a conservação das espécies também têm aumentado nos últimos anos. A United States Fish and Wildlife Service tem a tartaruga-de-pente classificada como ameaçada desde 1970. O governo dos Estados Unidos da América tem vários planos de recuperação para proteger as suas populações de E. imbricata.[45]

Na última quarta-feira, (24 de abril de 2019), às 16h30,tivemos a soltura de tartarugas do O ÚLTIMO NINHO MONITORADO, num local da praia de Piedade, ao lado da Igrejinha de Piedade,  Jaboatão dos Guararapes, com a eclosão de centenas ovos de tartarugas marinhas da espécie tartaruga-de-pente que agora estão nadando no Oceano Atlântico.

Antes da Eclosão das Tartaruguinhas, chefe de núcleo da Semag, Adriano Artoni ,@o_mareante, explica sobre o lindo momento de ontem:

Os filhotes foram conduzidos ao mar por técnicos da Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semag), que atuam para garantir que a soltura dos animais acontecesse com segurança, isolando a área, a fim de evitar que a ação de banhistas, eventualmente, possa interferir no trajeto.

Veja as maravilhosas fotos de autoria de Jefferson Vasconcellos através do seu Drone:

De acordo com o chefe de núcleo da Semag, Adriano Artoni ,@o_mareante, desde o início do ano, mais de dois mil filhotes de tartarugas nasceram nas praias de Piedade, Candeias e Barra de Jangada. Segundo ele, uma tartaruga pode colocar entre 120 e 200 ovos em cada ninho e o nascimento dos filhotes pode ocorrer em até 60 dias.

Curtam o maravilhoso vídeo produzido por Jefferson Vasconcellos:

 

“Nossa gestão tem um cuidado e preocupação muito grande para que esses ninhos não sejam violados. No final do ano passado, aprimoramos esse monitoramento com a chegada de 60 placas móveis de sinalização, que servem, entre outras coisas, para indicar os pontos onde estão os ninhos monitorados, além de informar o número da ouvidoria, por onde a população pode entrar em contato para informar sobre uma nova desova ainda não identificada ou denunciar se algum infrator tentar roubar ou mexer nos ovos”, disse Adriano Artoni.

Assista esse maravilhoso vídeo de autoria de Jhonni Cabral:

Agressões contra animais ou ataque a ninhos é crime, sujeito ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil por ovo.

Como chegar ao local

Se não tá se achando eu te dou um dica. Chega na Igrejinha de Piedade que fica na praia e segue voltando pelo calçadão sentido Candeias. A temporada tá acabando resta poucos ninhos, vai perder é? Entendeu? Não?  Espero vocês por lá! @hippie_peregrino

Assista ao vídeo produzido pelo http://picdeer.com/o_mareante:

http://picdeer.com/media/2028307469748366026_10109184410

 

Equipe do MOAMAS, @hippie_peregrino e Adriano Artoni na 4×4 ” oferenda”, realizando mais um monitoramento ambiental na praia. Imagem @chicobezerracb

 

Ação & Aventura

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