O velejador Wilson Alves Neto idealizador do Rally do Velho Chico confirma a edição de 2018

O velejador Wilson Alves Neto idealizador do Rally do Velho Chico confirma a edição de 2018

O velejador Wilson Alves Neto confirma a realização do III Rally do Velho Chico para o feriado de 28 de abril à 01 de Maio de 2018. Será um evento maravilhoso onde os velejadores subirão o Rio São Francisco à bordo dos possantes Hobie Cat 16. Presença confirmada do verdadeiro espírito da classe, ou seja: ” Viva uma vida de Hobie”. IMPERDÍVEL!

Wilson Alves Filho no comando da sua máquina numa das mais lindas fotos da hist´ria da classe.

Wilson Alves Filho no comando da sua máquina numa das mais lindas fotos da história da classe.

Por enquanto fiquem com o magnífico diário de bordo, navegando nas águas no Rio São Francisco através da linhas,fotos, vídeos e muita resenha escrita pelo presidente da Classe Hobie Cat no Brasil, o velejador Mario Roberto Arantes Dubeux, que no próximo Rally estará celebrando o seu niver durante a navegada nesse maravilhoso “Velho Chico”. Bem-vindo à bordo:

A água e a vida.

Essas duas coisas estão intimamente relacionadas e justamente por isso fico pensando que se avizinha um grande problema social para as localidade ribeirinhas pelas quais passamos ao longo da nossa trip, II Rallye do Velho Chico. 

É que em prol da energia e do progresso um dia se represou o Rio São Francisco e se criou a hidroelétrica de Xingó, que por sua vez gera a energia que usamos nas nossas diversas e modernas necessidades. 

Particularmente desconheço as desculpas técnicas para não aumentarem a vazão nas comportas e assim aumentar o nível do rio abaixo de Xingó, mas a minha sensação é de que estão descobrindo um santo para tentar cobrir outro. Vão terminar matando o rio abaixo de Xingó, além de inviabilizar a navegação, a pesca e a sobrevivência de muitas pessoas. IMG_4776

E ontem, ao final da nossa TRIP, quando estava colocando um dos barcos sobre o reboque, num local afastado das luzes do centro do povoado de Ilha do Ouro ou Porto da Folha, olhei para para cima e vi a beleza de um céu estrelado e sem igual e que só se vê no sertão. E em torno de nós um grupo de quatro amigos conversando uma conversa simples de quem não precisa dessas besteiras que a modernidade nos impõe. 

E nosso diário de bordo começa assim porque gostaria de quem de alguma maneira o leitor pudesse se conscientizar de que o Rio São Francisco talvez esteja dando seus derradeiros suspiros. Quiçá ainda se possa fazer alguma coisa para não deixar que matem esse patrimônio nacional e joguem na vala comum da miséria todos que dependem diretamente das água daquele Rio maravilhoso.

Se é verdade afirmar que a transposição do Rio São Francisco é uma necessidade para muitas localidades que hoje experimentam a dura realidade do paulatino processo de desertificação, não é menos verdade que para as comunidades que sobrevivem das águas do mesmo  Rio e que estão situadas no leito abaixo de Xingó até a foz onde se junta ao mar, a diminuição da vazão e o progressivo e agressivo assoriamento do rio está matando a fauna e em muitos locais inviabilizando drasticamente a navegação. IMG_4760

Então, ontem à noite, enquanto esperávamos pelos parceiros que foram buscar os reboques a 130 km de onde estávamos, tive tempo para conversar com jovens da localidade e até para convidar uns meninos com aquele olhar de pidão para comer um sanduíche conosco e conversar um pouco sobre a vida deles. 

É que não é comum aparecer barcos Hobie Cat por ali e no fim das contas éramos a novidade do pedaço, suponho. 

Ficamos sabendo que a maioria de seus pais sobrevive  do rio e eles seguem pela mesma trilha. E chegou a um momento em que eu e o Fadanelli nos olhamos e nos perguntamos qual seria o futuro marginal daquelas crianças de olhos brilhantes? Deu muita pena deles. 

O que nossos movimentos políticos fizeram ou farão por eles? Sim, porque eles disseram que colégio mesmo somente durante um tempo, depois nem professor aparece por lá e eles tentam pescar para conseguir algum trocado. Então, que fique a pergunta: O que é e para que serve o tal progresso? Para isso?

Enquanto pensamos no que acabo de escrever, passo a relatar minha experiência nessa que foi a segunda vez em dois anos que participo do Rallye do Velho Chico, que foi um evento inicialmente idealizado e promovido pelo catista Wilson Alves Neto, nosso Wilsinho do Hobie Cat de Aracaju.IMG_4782

Tudo começa lá por novembro de 2016 quando o Wilsinho me falou que teríamos essa segunda edição daquele mesmo evento realizado em abril de 2016, do qual participei na companhia de meu filho Victor. Daquela vez eu pedi um presente de aniversário para ele que seria  ir junto comigo naquela aventura. Não conseguiu negar, claro. Dessa vez o cabra abortou a missão e não quiz me acompanhar na indiada. Será que ficou com medo do que aconteceu com o ator da Globo, ou não quer sair de perto da amada? Estou em dúvida….O que sei é que ele perdeu uma grande oportunidade. Ao menos sob minha ótica. 

Como não sou homem de muita conversa mole, data marcada, passagem comprada. E foi então que convidei algumas pessoas que entendi que seriam  parceiros com perfil para a empreitada. No final ninguém confirmou e terminei indo sozinho mesmo. Afinal, não nasci agarrado com ninguém mesmo e quando me for também será da mesma forma. IMG_4765

Para minha grata surpresa lá estavam Wilsinho e Huguinho (SE), Papito e a sua Vânia (BA), Fadanelli (DF), e esse que vos escreve (RS). E além de nós conosco estavam  nossos fiéis escudeiros Careca e Tiririca, no comando da “nau” de apoio. 

DIÁRIO DE BORDO

IMG_4769

Esse diário não tem a pretensão de ser um best-seller da escrita  brasileira. Quando muito, um registro de um flash da minha vida. Escrito como falo, com erros e acertos na grafia, algumas vezes de propósito. 

CHECK IN ARACAJU

Desembarquei no aeroporto de Aracaju por volta das 18:15hs do dia 20/04, tendo partido de manhã da cidade onde vivo, Porto Alegre/RS. Me esperando estava o folclórico Huguinho, com seu new stille a lá Kojak (somente os cinquentões saberão quem é). Ficou até mais jovem….já sei o que fazer em breve.IMG_4762

De lá seguimos para a Alve’s House, onde o nosso anfitrião mor estava supostamente arrumando as trouxas e para uns linguarudos, marcando território, já que passaria três dias longe da patroa. Pense num cabra macho….

Preferimos eu e o Huguinho deixar o “menino” resolvendo as “pendências domésticas” e nos mandamos para o Iate Clube onde esperaríamos o nosso anfitrião para então pegar seu barco e partir até a localidade onde seria o ponto inicial da nossa TRIP, numa simpática pousada à beira do São Francisco, localizada em Betume, Sergipe.

 Chegamos por volta das 22:30hs e lá estava nos esperando, sentado na poltrona e tentando ficar de olhos abertos em frente à TV, o nosso amigo gaúcho radicado em Brasília, o entusiasta Fadanelli, que além de tudo mostrou-se habilidoso com as panelas.

Banho tomado, conversa fiada, e sarro geral por conta do meu pijama (que tem de errado num pijama tão bonitinho e que ganhei da mulé?!) fui dormir porque estava cansado e sabia o que nos aguardada no dia seguinte. 

DIA 1 – Betume/Propriá

IMG_4763

Acordamos por volta das 8hs e o sol já estava torrando os miolos. Tomamos nosso desejum e partimos para tentar montar os três barcos. E digo tentar, de propósito, porque o Papito dentre os seus alguns barcos escolheu à dedo os dois dinocats que trouxe para a empreitada. 

Ali por volta das 11:30hs finalmente conseguimos botar os barcos na água a partir.  A ideia seria tentar chegar para dormir em Propriá/SE, mas o nosso amigo Eólo não ajudava. Passamos quase duas horas para sair da primeira curva do dia. Pense numa merreca braba. Se respirasse fundo o barco dava ré. IMG_4785

Até que finalmente a brisa se apresentou e foi aumentando, proporcionando uma veleja das mais clássicas, passando por lugares legais, possibilitando chegarmos ao destino ainda dia claro, por volta de 17hs.

Naquele primeiro trecho não senti grande diferença no nível do rio, a não ser no último pedaço já chegando em Propriá, antes da ponte. Não acreditei como conseguimos passar por ali sem nenhuma luz no ano anterior. Muito assoriado e cheio de pequenos canais. Mas chegamos.

Desembarcamos e logo recrutamos uns curiosos locais para nos ajudar a subir o barco numa rampinha gramada. Uns 30 minutos depois chegaram os dois outros Hobie’s e o nosso barco de apoio. Quando chegaram eu já havia reservado nossa pousada, a simples mas repleta de carinho “Chega Mais”. IMG_4761

Tomamos aquele banho e fomos na lanchonete em frente para comer uma deliciosa macaxeira com carne de sol sob o som ensurdecedor de uns pestes  que mais pareciam participar de competição de som em automóvel, não deixando a desejar os domingos de Ipanema em Porto Alegre. Com o detalhe para a música sertaneja de cornuto da Marília Mendonça. Pense num tipo de som que não suporto…..

Ao que soube o Huguinho foi expulso do bar, indignado porque estava hospedado na pousada da dona do estabelecimento….acho que queria dormir na mesa e beber até cair… cliente bêbado é de lascar.

DIA 2 – Propriá/Traipú

IMG_4758

Acordamos por volta das 7hs e fomos tomar o café preparado para simpática proprietária da Pousada Chega Mais. Às 9:00hs  já estávamos prontos para zarpar. Mas ficamos nos enrolando e só saímos mesmo passada das 11hs da manhã, até  porque o vento somente  firmou a partir daquele horário.

Um ponto alto do segundo trecho foi o delicioso carreteiro preparado numa ilha e a quatro mãos pelo Fadanelli, Vânia e com a ajuda do Careca e Tiririca. Pense numa comida dos Deuses. Ou seria uma fome dos diabos?…. seja como for, estava muito bom. 

Até ali foi uma velejada de ventinho fraco, aproveitando as rajadas ( refregar como se fala por lá ) mas após o almoço o ventinho deu o ar da graça e nos possibilitou chegar a Traipu já escurecendo diante de um baita por do sol.

Nesse segundo trajeto, chegando em Traipu, percebi ilhas que não existiam um ano antes. Péssimo sinal…..IMG_4778

Chegamos de maneira radical na praia o que já provocou a mesma curiosidade do ano passado, sendo que os velejadores dos barcos de competição do São Francisco já chegaram junto nos desafiando para uma corrida. Nos instalamos nas pousadas existentes, tomamos um banho revigorante e fomos tentar encontrar algum coisa para comer. Confesso que dessa vez fiquei com fome.  Não havia nada que prestasse realmente, com exceção do cuscuz feito na pousada onde os companheiros de trip ficaram hospedados. Realmente bom. Mas depois de uma velejada tão longa e sob um sol forte, o corpo só queria cama, e foi o que o fiz. IMG_4773

Mudei de pousada para experimentar a que existe ao lado de onde os parceiros ficaram. O dono da outra ficou puto, mas azar do goleiro. Eu tô pagando mesmo! Não me arrependi. Os proprietários são bem simpáticos e já combinamos tentar agitar alguma coisa para o próximo Rallye do Velho Chico.

DIA 3 – Traipú/Ilha do Ouro ou Porto da Folha

Dormi super bem (não tenho grandes frescuras, mas dormir com mosquito comigo não rola….não dispenso um bom banho e um ar-condicionado que funcione) e por volta das  7:00hs acordei. Fui dar uma olhada na vista da sacada da pousada. O sol já estava a pico mas soprava uma brisa amiga, fresquinha. Avistei o proeiro Huguinho fazendo umas fotos e o chamei para tomar um café da manhã comigo. Tivemos um banquete de comidas regionais simpaticamente servido pelos proprietários da pousada “Minha Casa Sua Casa” (Jaelson e Lucinea). Enchemos a pança e jogamos conversa fora. Por volta das 8:30 hs já estávamos montando os barcos. IMG_4764

A grande dúvida, e ao mesmo tempo desafio, seria tentar levar até o destino final o barco que era usado por Fadanelli e Wilsinho ( este último um gentleman que me cedeu seu precioso barquinho ) e que estava com o trampolim em frangalhos, alem de alguns outros muitos probleminhas. Descobri que meu querido Papito, dono dos dois barcos, é um puta sucateiro, adora colecionar tranqueira. Já sei pra quem vender meu barco quando ficar bem velhinho. Não conhecia essa faceta do querido bahiano. 

Por volta das 9:40hs zarpamos de Traipú. O ventinho que parecia que ia firmar foi enfraquecendo e ficou paisagístico. Traduzo: aquele tipo de vento que permite contemplar a paisagem ou ser contemplado como se fizéssemos parte de uma foto. Com certeza os catistas fotógrafos capturaram algumas belas imagens do trajeto, que a medida que se sobe o rio vai ficando mais sertanejo, com as caatingas, rochas , fazendas de gado e lindos cânions.

Uma coisa que chama atenção em alguns pontos é a corrente circular, certamente o tipo de armadilha que vitimou o ator Domingos Montagner. Mas em nenhum instante me senti inseguro. Nada que trajes adequados e um bom colete salva vidas não resolva. Mas, como sempre escutei, “água não cabelo para se agarrar”, tem que se cuidar.

Mais ou menos em 2/3 do caminho o vento entrou firme e a velejada foi legal. No caminho tivemos que parar para esperar nosso barco de apoio que ficou encalhado. Aquele trecho está particularmente bem complicado de navegar. Num determinado momento se aproximou de nós um barco rápido com três homens e o macho do Huguinho já estava apavorado  pensando que seríamos assaltados. Dai eu disse, já que eles estão vindo atrás, vou é pra cima deles. Se forem piratas do rio  já resolvemos essa coisa de uma fez.IMG_4771

Os caras estavam numa baita aposta, pois quando paramos para esperar o barco de apoio tive que voltar num contravento forte. E eles vira, aquilo e vieram atrás. Um deles dizia que havia um motor no nosso barco e o outro dizendo que era só no vento que o barco andava. Vieram atrás para ver quem ia pagar a cachaça da aposta. Ri pacas com o contexto e vi um Huguinho respigando aliviado, Ufa! Nada além de. A atitude inocente e curiosa daqueles  filhos do Velho Chico.

Por volta das 16hs finalmente chegarmos na localidade chamada Porto da Folha ou Ilha do Ouro, não sei ao certo, já que ano passado essa tal de Ilha do Ouro me pregou uma peça. 

Eu conto: Estávamos eu e o Victor muito na frente do segundo barco e o vento entrou muito forte, uma maravilha. Foi quando acelerei mais ainda para os caras nos perderem de vista na curva e sempre procurando uma ilha que nunca chegava. A velejada estava tão show que passamos bem uma hora do local onde seria a chegada. E pra voltar!?!?  É que a tal de Ilha do Ouro ou  Porto da Folha ( vou tirar essa duvida ) não  é realmente uma  ilha. E como não achava ilha, seguia procurando. 

E somente nos demos por conta quando resolvemos perguntar para uns pescadores, que com aquela cara de  espanto nos disseram….

  • Vixe doutor, esse lugar aí passou faz é tempo.
  • Victor, nos ferramos….
  • Pô pai, tu não sabes onde vamos?
  • Eu não….
  • ^%**+*^%#%#^.         Tivemos que voltar num contravento lascado, em canais estreitos, vento forte e leme batendo. O rallye só pode ser feito com vento a favor.

Enfim, chegamos….será?IMG_4755

O problema é que como toda boa indiada não foi organizada adequadamente  a nossa chegada. Sim, porque estávamos a 160km de distância de Aracaju e ano passado lá deixamos os barcos que foram buscados uma semana depois, navegando. 

Desta vez a ideia seria trazer à reboque. Acontece que da praia até a rua tem uma escadaria de fazer inveja a igreja do Nosso Senhor do Bomfim, em Salvador. Guardadas as devidas proporções pagamos nossa penitência. Wilsinho e Papito pegaram um táxi e foram buscar os carros com reboques em Betume (130km) e eu, Fadanelli, Vânia e Huguinho ficamos desmontando os barcos e tentando deixá-los num lugar que pudessem ser colocados nos reboques. 

Barcos desmontados investimos 130 contos em ajuda externa e antes da noite cair já estávamos com tudo descontado e pronto para embarcar ( colocar os três Brasil os nos reboques ). 

Vânia tentou comprar alguma coisa para beber e comer mas lá só tinha cerveja. 

Somente quando já estávamos babando de sede e fome achamos uma lanchonete que nos fez quatro chesburguers, um misto e uma coca-cola litro, tudo por R$ 25,00. Acredite se quiser.IMG_4774

Nesse meio tempo conhecemos várias figurinhas do local ( uns meninos que nos rodeavam ) e o pessoal que compete nos barcos a vela de São Francisco. Gente simples e muito simpática. 

Por volta das 20:30hs chegaram os carros e pudemos finalmente organizar tudo para viajar. Eu agoniado para ir embora e o Papito com a sua costumeira tranquilidade Bahiana, fazendo inveja ao MacGyver amanhã a enjambraçao para arrumar aquele roboque. No final, entre mortos e feridos, todos saíram vivos. 

Chegamos em Aracaju já passava das 01:30hs da madrugada. Fedendo, morto de cansado, mas Felizes.IMG_4750

Have a Hobie Day!

Mario Roberto Arantes Dubeux

Velejador de Hobie Cat 16

Nós do portal www.acaoeaventura.com.br parabenizamos os organizadores, aos velejadores e todos que fizeram parte desse momento histórico da Classe Hobie Cat no Brasil. No próximo ano, o III Rally do Velho Chico será no feriadão de 1 de maio( Onde iremos celebrar o aniversário do grande velejador , incentivador e atual presidente da ABCHC Mario Roberto Arantes Dubeux). Para quem não foi esse ano, resta curtir as fotos e se quiser guardá-las para posteridade, é só clicar na foto que aumenta a resolução:

APOIO:

14264009_1634531466840066_539612235740626745_n

Ação & Aventura

Somos um portal especializado em Esportes de Ação e Aventura, Roteiros de Ação e Aventura, Ecoturismo e Meio-Ambiente. Nosso conteúdo é atualizado por uma equipe que, assim como você, é amante dos esportes de Ação e Aventura!

Leave a comment

Your email address will not be published. Required fields are marked. *

O www.acaoeaventura.com.br é um portal especializado em Esportes de Ação e Aventura, Roteiros de Ação e Aventura, Ecoturismo, Meio-Ambiente. O nosso site esta dividido em quadros temáticos para facilitar a leitura e visualização dos melhores vídeos dos esportes que você ama, servindo assim, de incentivador e motivador para quem quer iniciar uma atividade esportiva outdoor e ser mais feliz.

FACEBOOK