Assista aos vídeos, entrevistas e curta as inúmeras as fotos do maravilhoso III Rally do Velho Chico

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Assista aos vídeos, entrevistas e curta as inúmeras as fotos do maravilhoso III Rally do Velho Chico

Depois da III Edição do Rally do Velho Chico, que esse ano contou com velejadores e ciclistas, os organizadores já estáo trabalhando para edição de 2019 , com a perspectiva de inovar e valorizar todos os aspectos existentes na região do baixo São Francisco, sergipano e alagoano, visando contemplar o que já existe e transformar as possíveis potencialidades em realidade, ofertando serviços e produtos com características peculiares de todos os atrativos da região, sejam: naturais, culturais e históricos.

Mas enquando não chega a hora de partir para próxima edição, assista as maravilhosas imagens e perfeita edição do vídeo, de autoria do grande ciclista José Aquino, componente do grupo Zuandeiros, onde podemos  constatar o verdadeiro espírito de integração de duas modalidades esportivas, vela e ciclismo, em prol da preservação do Rio São Francisco. Este vídeo mostra o último trecho do inesquecível III Rally do Velho Chico, que aconteceu de 27 de abril a 01 de maio de 2018 , ou seja,  de Gararu a Niteroi, cidades localizadas no estado de Sergipe:

Quem já estava com saudades dos dias maravilhosos que viveram durante a realização da terceira edição do Rally do Velho Chico, já pegue sua agenda e marque lá: IV Rally do Velho Chico já está confirmado e será realizado no período de 01 à 05 de maio de 2019! Vamos juntos fazer valer o lema que,  juntos, podemos fazer o Rio São Francisco melhor!

Vamos curtir como foi a III Edição do Rally do Velho Chico através do primeiro vídeo produzido pelo competente ciclista , câmera-man e pessoa humana maravilhosa, José Aquino:

Que maravilha de imagens e depoimento! É de emocionar…. Mas, vamos continuar matando as saudades curtindo como foi a III Edição do Rally do Velho Chico através do segundo vídeo produzido pelo competente ciclista , câmera-man e pessoa humana maravilhosa,José Aquino:

Curtam algumas fotos produzidas pelos ciclistas Marise Câmara e Everton  durante o III Rally do Velho Chico:

 

Esse ano de 2018, velejadores de 5 estados e ciclistas de 3 estados brasileiros concluíram a edição histórica do Rally do Velho Chico 3  anos. Mais do que conquistar um pódio, é superar seus próprios limites e concluir o desafio naútico e de ciclismo no Rio São Francisco, mais conhecido como rio da integração nacional.

A cidade de Niterói(SE) localidada nas margens do rio São Francisco, foi escolhida como ponto de chegada do Rally do Velho Chico e recebeu essa caravana vitoriosa, na tarde da segunda-feira 30 de abril.

Victor e Mario Roberto Dubeux : pai e filho juntos em prol da preservação do Rio São Francisco

O Presidente da Associação Brasileira da Classe Hobie Cat (ABCHC), Mario Roberto Arantes Dubeux, que mora no Rio Grande do Sul,  esse ano velejou um Hobie Cat 16 ao lado do filho Victor Moura Dubeux. Ele como representante máximo da Classe no País, fez  questão de participar velejando de todas edições, prestigiando, apoiando e nós do site www.acaoeaventura.com.br ,que cobrimos todos momentos do III Rally Velho Chico, parabenizamos essa louvável atitude, pois isso comprova a máxima da classe  Hobie Cat, reconhecida mundialmente, como um estilo de vida, onde o contato com a natureza e os benefícios da prática para a saúde são incríveis.

Se não bastasse a sua presença como presidente da classe Hobie Cat,  ele ainda deixou de celebrar, em casa, seu aniversário, para fazer a comemoração no proprio dia do seu natalício, ou seja, 01 de maio, no ultimo dia do Rally, junto da família Hobie Cat, abrilhantando ainda mais, o evento e fechando com chave de ouro a terceira edição do Rally do Velho Chico.

Vale ressaltar ainda, a extraordinária idéia dos organizadores de unir  mais de um esporte , ou seja, a vela e o ciclismo, em uma grande  confraternização em prol da preservação do rio São Francisco, deixando um verdadeiro legado: Viva o Velho Chico!

Navegar o São Francisco, sempre foi um sonho de boa parte dos velejadores brasileiros e a riqueza de detalhes da velejada durante o III Rally do Velho Chico,exposto aqui, atiça ainda mais esse sonho….Deixo desde já o aviso: 2019 tem mais….

Os velejadores Ricardo Dubeux e Carlos Pires à bordo do possante Hobie Cat 16

“Fizemos a nossa estreia no Rally do Velho Chico e foi uma experiência memorável”, disseram os  velejadores Carlos Pires e Ricardo  Dubeux .Eles participaram à bordo do Hobie Cat 16  e afirmaram que viveram dias de muita velocidade, técnica e arrojadas manobras para completar todos os 150km pelo rio São Francisco.

FOTO: Aquino

“Imagine uma cidadezinha do século XVIII que mais parece um presépio iluminado, com capelas no alto dos morros, estação de trem, casas coloridas e um centro histórico com ruas de pedra onde, ao cair da noite, o povo se junta para dançar xaxado, à beira do Velho Chico. O cenário, que mais parece saído de um livro de Ariano Suassuna, pertence às singelas cidades que tivemos o prazer de pernoitar durante a rota batizada por nossa tripulação como: “Caminhos de São Francisco”. A jornada de quatro a cinco dias embalados por histórias de vaqueiros, cangaceiros e rendeiras, com paradas em 4 cidades de Sergipe e Alagoas, na outra margem do rio num percurso de cêrca de 150km foi só uma amostra dos cenários que envolvem o rio mais emblemático do país. Depois que nasce nas entranhas da Serra da Canastra, em Minas Gerais, o Velho Chico arrebata afluentes por quase três mil quilômetros até desaguar no Atlântico.Pelo caminho, conseguimos constatar que, suas águas irrigam plantações, garantem o abastecimento de cidades inteiras e seguem instigando o imaginário popular. Como estávamos em um catamaran chamado de Hobie Cat 16, que pode velejar com até 30cm de profundidade, tivemos condições de percorrer as margens do Rio São Francisco e perceber os mistérios que se revelam pelo percurso, acompanhando as curvas do rio, que, ora se escapa entre os gigantes paredões areníticos do Cânion, ora cruza vilas de artesãos e ilhas fluviais, transformando o Rally numa aventura repleta de aprendizado e emoções inesquecivéis”, ressalta o velejador Ricardo Dubeux.

A história do 3º Rally dos Velho Chico começou a ser escrita no dia 27 de abril de 2018, em Aracajú(SE), quando colocou os ciclistas no primeiro trecho, regado de muita emoção e aventura, contando com uma distancia de 110 quilômetros, entre a capital sergipana e a cidade de Neópolis(SE).

Depois da pedalada de 110 km os ciclistas se juntaram com os velejadores na cidade de Neópolis(SE), mais precisamente no Privê Rio Belo, no bairro de Betume, distante apenas 30km da foz do Rio São Francisco, onde tivemos um momento de concentração de atletas e familiares para a grande largada da integração dos 2 esportes, ou seja, o ciclismo e a vela, que celebrou o III Rally do Velho Chico.

Logo na primeira noite de pernoite “Em todas as 4 etapas, as previsões indicavam médias de velocidades ente médias e altas para cumprirmos. Foram bem dinâmicas e técnicas, com constantes trocas de velocidade. Isso exigiu 100% de concentração.

Casal Organizador do III Rally do Velho Chico: Wilson e Marjorie Alves

Ainda ressalto para o alto nível dos obstáculos durante o percurso dos ciclistas. Isso pediu atenção, pois se descuidássemos certamente ficaríamos pelo caminho”, declarou Marjorie Alves, organizadora e ciclista.

Os ciclistas enfrentaram a quarta e última etapa largando de manhã do município de Gararu(SE) em direção a cidade de Niterói (SE), e colocou como último desafio, um trecho de cêrca de 60 quilômetros (no total foram percorridos em torno de 280 quilômetros). O roteiro passou por propriedades particulares, com retas e ladeiras gigantescas.

Ciclista Hercelio Menezes

“Em termos de velocidade, foi a ultima etapa,  uma das mais difíceis de todas. Tivemos ladeiras inesquecíveis com cerca de  2 quilômetros de subida, e as descidas com  médias de velocidade que variavam de 16 km/h para 50 km/h , e sempre neste ritmo”, falou o ciclista Hercélio Meneses.

Já na reta final do trajeto, os bikers precisaram conter os ímpetos diante de muitas pedras, erosões, setores com trial, lombas e travessias de riachos.

Os atletas retornaram para casa com um “algo a mais” na vida. Orgulhosos de terem participado do Rally do Velho Chico, os ciclistas e velejadores ,sabem que adquiriram novos aprendizados e mais técnicas de pilotagem e navegação.

Uma paixão de Pai para filho:Lucas e Wilson Alves Neto(Organizador do III Rally do Velho Chico)

“O Velho Chico foi uma aventura muito prazerosa . Extremamente exigente para o equipamento e para as capacidades técnicas de ciclistas e navegadores.Que com suas habilidades e perícias proporcionaram um belo espetáculo a todos que acompanharam a passagem dos Hobie Cat e das Bicicletas, vibrando quando conhecia os atletas:

O desgaste foi grande, perceptível em todos os participantes…O Rally do Velho Chico é feito por amantes e admiradores do estilo de vida Hobie Cat, onde procuramos, juntos, contribuir com o crescimento deste esporte tão fascinante, através da participação ativa durante todo percurso, sem esquecer, claro, do fator segurança com a presença de barco e carro de apoio, acompnhando os velejadores e ciclistas, respectivamente…

Com a realização de mais uma edição, estamos todos felizes. O cansaço acumula ao longo dos dias e você vai se superando. O Rally do Velho Chico era um sonho e já foi uma importante vitória alinhar os ciclistas e velejadores neste grid; chegar então… É uma baita conquista. Receber um abraço dos amigos na chegada de cada trecho do Rally , é algo inesquecível… Ano que vem tem mais! O Rally do Velho Chico não é uma experiência para ser vivida uma única vez”, encerrou Wilson Alves Neto, velejador , ciclista e organizador do grande evento.

Parabéns aos atletas, familiares, equipe de apoio terra e água e, em especial. a Marjorie e Wilson Alves, organizadores do III RALLY DO VELHO CHICO: “Dizer obrigado às vezes não é suficiente para agradecer a tão amável e gentis pessoas que nos momentos de nossas vidas, aqueles mais difíceis e nos mais felizes , nos estende a mão amiga e nos oferece amparo.

Estou agradecido a vocês e não sei neste instante como retribuir tanto carinho. Estou a disposição para quando precisarem, a qualquer momento e a qualquer hora.Aquele que dá mais do que sua obrigação. Os que mantêm a porta aberta sem olhar a quem entra. Quem na sua casa, ou na sua vida, recebe qualquer um, com dádivas do que tem de melhor, só pode ter um coração do tamanho do mundo.

Vocês me acolheram com todo o afeto, como se fosse um irmão de quem se tem muitas saudades. Fizeram de vossas famílias de ciclistas e velejadores, a minha também e me presentearam com um ambiente fraterno. Jamais poderei esquecer, refeições compartilhadas e deleitosas e feitas de coração. Um teto em comum, sorrisos e bons momentos.

Vou levar cada pessoa no meu coração e serei para sempre eternamente grato. Continuem com seus estimados valores, aqueles que eu aprendi enquanto tive a todos vocês por perto. Obrigado pela hospitalidade e por fazerem com que me sentisse sempre bem confortável. Minha casa será a vossa também, quando quiserem. Por todo o prazer que sinto, muito obrigado em meu nome, Ricardo Dubeux, e toda equipe do www.acaoeaventura.com.br”

Nossos sinceros agradecimentos aos nossos organizadores e parceiros:

Wilson Alves e Marjorie Alves
Max (Presidente dos Zuandeiros)
João de Deus
Omar
Nilson
Duílio e família Privê Rio Belo
Patrícia e familia Chega Mais
Rodrigo e Familia Paraíso
Jislan
Careca
Júnior
Huguinho
Karlinhos
Prefeitura de Gararu

Deus os abençoe e BONS VENTOS!

Ficha técnica do III Rally do Velho Chico

Na sexta-feira,dia 27, às 6h, tivemos a largada dos ciclistas do III Rally do Velho Chico de Aracajú em direção a Betume, localizado em Neópolis, distante 110km da capital de Sergipe.

O ciclista, componente do Clube dos Zuandeiros(https://www.oszuandeiros.com///), Alberto Santos, ou Alberto Mudinho, como é mais conhecido, ou melhor ainda, o  “monstro do pedal”, manda um recado durante seu treino  em um vídeo bacana produzido por outro grande ciclista, José Aquino:

Vamos colocar, novamente, o híper-vídeo -chamada-geral,produzido pelo ciclista Hercélio Meneses, para deixar a moçada pilhada:

Estamos quase na hora de iniciarmos a grande aventura e aproveitamos o momento para trazer algumas dicas de alimentação, ou seja, é hora de conferir cuidados necessários antes, durante e depois do percurso.

As práticas de modalidades esportivas mais longas, de 21 , 42km, e até 110km, exigem uma preparação diferenciada tanto antes quanto depois de chegar ao final de cada trecho abaixo sinalizado nas fotos:

Portanto, seguem algumas dicas que vão deixar os atletas prontos para os desafios:

1)Nos dias que antecedem a Velejada e a Pedalada

-Não experimente nenhum alimento ou suplemento novo. Tudo que for ingerido deve ter sido testado durante os treinos preparatórios;

– A hidratação é fundamental, consuma três litros de água por dia;

– Aumente o consumo de carboidratos;

– pães, arroz, massas, batata/aipim/inhame, bolos e frutas;

– para aumentar o armazenamento de glicogênio muscular, que será utilizado pelo músculo durante a corrida;

– Mantenha uma boa alimentação, se hidrate e descanse.

2)No dia anterior ao Rally

– Aumente a ingestão de líquidos ao longo do dia;

– Evite o consumo de bebida alcóolica, comidas cruas, folhosos, gorduras e frituras;

– Fracione as refeições: de quatro a seis refeições. Não esqueça os lanches intermediários;

– Durante o almoço, opte por proteínas com pouca gordura – filé mignon, frango ou peixe – acompanhadas de carboidrato;

– Durante o jantar, faça refeições ricas em carboidratos como macarrão com molho de tomate.

Alimentos ricos em carboidratos (Foto: Getty Images)
Aumente porção de carboidrato 

3)No dia da Velejada e Pedalada

– Beba de 300ml a 500ml de água duas horas antes da largada de cada trecho de velejada e pedalada;

– Não testar nada novo;

– No desjejum, beba suco de frutas, coma frutas, bolo, pão, queijo magro e geléia. Algo que você já tenha testado nos treinos. Evite frutas laxativas, leite e alimentos integrais para não acelerar o “trânsito intestinal”;

– Quinze minutos antes, utilize um envelope de carboidrato em gel, que terá sua utilização máxima no início da aventura;

– Durante todo o percurso, beba água e molhe a cabeça e a nuca;

– A cada 7 a 8km de Rally, utilize um envelope de carboidrato em gel ou jujuba ou bebida esportiva, sempre bebendo água logo após;

– Em percursos de 21k e 42k, além da água, as reposições de carboidrato e sódio são fundamentais para retardar a fadiga muscular e evitar a desidratação;

– Os participantes, principalmente os ciclistas, devem utilizar uma solução de poliaminoácidos – já testada nos treinos – na metade do percurso.

4)Após finalizar cada trecho do Rally

– Nos primeiros trinta minutos, o atleta deve ingerir água, frutas, bebidas isotônicas, bolo e minisanduiche;

– No almoço, equilibre uma refeição com carboidratos e proteínas;

– Evite bebida alcoólica, pois elas dificultam a hidratação e a recuperação muscular.

Façam um excelente Rally! Foco, força, divirtam-se e aproveitem a paisagem, como essas fotos que foram enviadas pelo Eris referentes as edições passadas do Rally:

A terceira cidade, a penúltima cidade que pernoitaremos, Gararu localizada em Sergipe,  já está esperando os participantes do III Rally do Velho Chico, conforme a faixa que está no afixada lugar de destaque: a praça central!

Hoje foi a vez da moçada do pedal treinar para encarar o III RALLY DO VELHO CHICO. Na foto da esquerda para direita, temos os seguintes atletas: Everton Evereste, Marjorie Tatiana ,Fernando Alves Rocha e Gildásio de Carvalho. Valeu pelo treino! Agora sintam a mensagem segura da ciclista e locutora Marjore:

Enquanto isso, Carlos José de Souza,manda as fotos de como está o sertão do São Francisco, para onde nós vamos,  durante seu treino hoje pela manhã. Pelo visto, tem chovido por lá, pois e a paisagem está bem verdinha.Graças a Deus:

Mas a turma da vela não está descando não! Vejam a carruagem que nosso amigo Roney Andrade montou para trazer os 3 Hobie Cat 16 da Bahia para o início do nosso Rally:

Agora para manter os participantes pilhados nada melhor que assistir a grande produção do ciclista Hercelio Meneses, que conseguiu resumir o astral que será o Rally do Velho Chico, nas imagens, música e edição. Parabéns garotoooo! Vale a pena conferir:

E hoje foi dia do idealizador do Rally do Velho Chico, ogrande velejador Wilson Alves Neto, adesivar as velas do seu possante Hobie Cat 16:

Wilson Alves Neto adesivando as velas do seu possante Hobie Cat 16

E para os outros participantes , foi o dia para  colocar os barcos nas carretas para puxar até Sergipe, como foi o caso do grande velejador Roney Andrade, que vem da Bahia(Ele se jogou na estradaaaaa! Uhuuuuu!) Venha com DEUS!:

Vejam também algumas fotos do II Rally do Velho Chico, que o amigo Eris enviou, para matar a saudade, enquanto não iniciamos a nossa grande aventura de 2018(VALEU BROTHER!):

Então continuando a nossa resenha, hoje vamos conhecer a cidade de Pão de Açucar, onde iremos pernoitar do dia 30 abril ao dia 01 de maio. Vamos começar com a orla no vídeo produzido por Pedro Pereira Rodrigues:

O município tem uma estrutura ideal sertaneja para o turismo, principalmente os bancos de areia que se formam no leito do rio São Francisco, conhecidos como “prainha”, recebem muitos turistas nos finais de semana, vindos de municípios vizinhos em AlagoasBahia e Sergipe, gerando assim uma fonte de circulação real.

Lampião

A gruta de Angicos, local onde morreu Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, fica a poucos quilômetros, subindo o rio, entre as cidades de Pão de Açúcar(AL) e Piranhas(AL), no município de Poço Redondo(SE). O famoso cangaceiro e seu bando, de quase 200 homens, assombravam o Sertão na primeira metade do século passado. E, apesar de vagarem por muitos anos pelas terras do município cometendo todo tipo de crime, assaltando fazendas e povoados, nunca invadiram Pão de Açúcar. Conta-se que o “Rei do Cangaço” temia a presença do Tiro de Guerra 656, uma socidade cívico-militar que treinava os jovens da região para a defesa da cidade, além de prestar serviços comunitários. Gervásio Santos, em seu livro Um lugar no passado, conta que em 1927, Lampião que havia invadido duas fazendas próximas, mandou um emissário à cidade com cartas para os proprietários dos imóveis exigindo de cada um a importância de 4.000$000 (quatro mil contos de réis), uma fortuna para a época. Caso o pedido não fosse atendido, o cangaceiro ameaçava fuzilar todo o gado das fazendas. Protegidos pelos homens do Tiro de Guerra, os fazendeiros responderam com um bilhete debochado: “…que se Lampião quisesse tirar raça de homem valente, mandasse a mãe dele aqui para Pão de Açúcar”. Como podia-se prever, o cangaceiro sadicamente matou todo o gado e quase destruiu as fazendas mas nunca pisou em Pão de Açúcar.

Lampião e mais dez cangaceiros, inclusive Maria Bonita, foram mortos na madrugada do dia 28.07.1938, na gruta de Angicos, pela volante de soldados alagoanos comandada pelo Capitão João Bezerra.

Cristo Redentor

Semelhante ao monumento erguido no morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, o Cristo de Pão de Açúcar foi inaugurado no dia 29 de janeiro de 1950. Obra do escultor João Lisboa, nascido na cidade, o monumento mede 14,80 cm de altura com o pedestal, sendo a imagem de 10m. A ideia de construir o Cristo no morro do Cavalete, onde já existia um cruzeiro, erguido nas comemorações da chegada do século XX, foi de Ernesto da Silva Pereira que durante dois anos movimentou a cidade arrecadando donativos para construir a estátua.

Do alto do Cristo, pode-se ver toda a cidade, o São Francisco, as diversas praias e a comunidade de Niterói, localizada na outra margem do rio. A semelhança com o Rio de Janeiro tem despertado a curiosidade da imprensa e, nos últimos anos, rendido várias reportagens nas grandes redes de TV, diários e revistas do país, inclusive na National Geographic Brasil.

Depois de tanto dias trabalhando junto, através de inúmeras vezes por whatsapp, com nosso Vice-Presidente da ABCHC e Idealizador do Rally do do Chico, grande velejador e pessoa humana 100sensacioal, Wilson Alves Filho,  trazemos uma foto que ficará como homenagem, do nosso veículo, ao grande empenho dele e de toda equipe, por ele comandada, que não estão medindo esforços, para o sucessso na edição de 2018(PARABÉNS E QUE DEUS NOS CONDUZA EM PAZ ATÉ O FINAL DA NOSSA BELA AVENTURA)! A foto veio do amigo Eris, a quem todos nós, somos gratos:

Enquanto isso….Nosso idealizador do Rally do Velho Chico, aproveita a folga nos intensos trabalhos,para celebrar a noite com uma gelada(Você merece meu REI!): 

Na noite quinta-feira 19 de abril, muitos estavam dormindo enquanto os organizadores do III Rally do Velho Chico reuniram-se, em Aracajú, capital de Sergipe, para verificar tudo que está sendo, detalhadamente e com muito amor, elaborado para o sucesso da velejada e da pedalada dos quase 220km de aventura.Desejamos, a todos vocês, sucesso na elaboração dessa grande aventura!

Nós do www.acaoeaventura.com.br desejamos sucesso nesse grande evento que desponta com sucesso: Viva o Rally do Velho Chico!

Distante pouco mais de 174km de Aracaju, Gararu (SE), orgulha-se de situar-se às margens do rio São Francisco e ser uma das cidades de Sergipe que possui uma feira livre, apta para mostrar aos visitantes a diversidade agrícola do baixo São Francisco.

O astral do Rally do Velho Chico é tão maravilhoso que a lua apareceu sorrindo!

O município de Gararu está situado na zona do alto sertão sergipano, a noroeste do Estado. Ocupa uma área de 598 quilômetros quadrados. Limita-se ao norte com o Estado de Alagoas, separado pelo rio São Francisco ; ao sul com o município de Graccho Cardoso; ao leste com os municípios de Nossa Senhora de Lourdes e Itabi e, a oeste com Porto da Folha e Nossa Senhora da Glória. Esta região era inicialmente chamada de “Curral de Pedra” dado a existência de Currais com muros de pedras, hábil e seguramente arrumadas, utilizados pelos fazendeiros locais para prender seus rebanhos de animais.

Gararu – Sergipe na reportagem de Paloma Vasconcelos produzido por Nilton Costa :

O passeio começa pelas ruas da feira livre. Hortifrutigranjeiros, temperos, ervas medicinas, fumo de rolo e uma miscelânea de produtos, tais quais de limpeza, de decoração, de manutenção doméstica fazem da feira de Gararu um ponto de encontro nos finais de semana. A gastronomia está presente também na feira em barracas pouco estruturadas, que convidam o visitante a sentir o cheiro da carne frita com cuscuz, do ensopado de carneiro e até mesmo do camarão de água doce com macaxeira e inhame.

Culinária em destaque:

Arroz-de-Feijão

Arroz-de-leite

Arroz-doce

Buchada

Camarão torrado

Canjica

Cuscuz de Milho Verde

Ensopado de camarão

Galinha de capoeira

Manteiga natural

Moqueca de camarão

Moqueca de peixe

Mungunzá

Pamonha

Pé-de-Moleque

Peixe com côco

Peixe frito

Pirão de Capão

Pirão de peixe

Requeijão

Depois de velejar e comer tudo o que acabamos de ler nada como prosear na praça: Mario Roberto Dubeux e Wilson Alves Neto posando para posteridade!

 

Cada dia que passa, estamos nos aproximando do dia “D” da largada da grande aventura! Mas, para diminuir a ansiedade, os velejadores e ciclistas vão fazendo o check-list de todos os equipamentos que compõe a montagem dos barcos e bicicletas para iniciar e finalizar o III Rally Velho Chico de forma inesquecível.

Clima de confraternização por onde se para! Esse é o Rally do Velho Chico….Ainda nem começamos a edição desse ano, mas já estamos sentindo saudades…

Também trazemos um pouco da história, as características culturais e naturais, da segunda cidade onde pernoitaremos durante o percurso, ou seja, Propriá, localizada em Sergipe. 

Nas cidades seremos muito bem reconhecidos, pois estaremos sinalizados pelas lindas camisas e adesivos oficiais do III Rally do Velho Chico a partir do dia 27. Parabéns moçada! Vejam abaixo:

Adesivos Oficias do III Rally do Velho Chico

Adesivos Oficiais do III Rally do velho Chico

Camisas Oficias do III Rally do Velho Chico em Poliamida UV.TOP!

Enquanto isso, o velejador Wilson Alves Neto apresenta hoje o segundo  trecho da vela e todo percurso dos ciclistas do III Rally do Velho Chico. A largada dos ciclistas acontecerá no dia 27 de Abril em Aracajú-SE em direção à Betume-Neópolis-SE, onde os atletas terão de cumprir 110km de pedalada.

A TRIP segue por água e terra até o dia 01 de Maio de 2018. Será um evento maravilhoso onde os velejadores e ciclistas subirão o Rio São Francisco à bordo dos possantes Hobie Cat 16 e comandando as poderosas bikes. SERÁ IMPERDÍVEL!

Veja a chamada geral do Velejador Wilson Alves Neto, Idealizador do Rally do Velho Chico. Está chegando a hora de caçar as velas moçada e subir rio adentro:

Esclarecimentos aos Ciclistas 🚴‍♂🚴‍♀⛵⛵🚵‍♂🚵🏻‍♀🚤🛶🌞🌬🌬⛵⛵🚵🏻‍♀🚴‍♀🛶🚤🌞🏔⛺!

Durante o III RALLY do VELHO CHICO estaremos enfrentando trilhas com diversas características e com suas particularidades exigindo dos ciclistas os seguintes requisitos, assim distribuídos:

* 50 % – Resistência
* 30% – Técnica
* 20 % – Força

Algumas Recomendações:

– Com 4 dias de antecedência beber bastante água, uns 4 litros diários.
– Comer alimentos c/ carboidratos, como batata doce.
– Raizes p melhorar as defesas imunológicas do organismo.
– Poupar energia.

• Período do Rally do Velho Chico será compreendido de 27 de abril à  01 de maio de 2018

•Percursos:

* 1 Trecho
27.04 – Aracaju / Betume 110 km

Classificação / Dificuldade –
🚴‍♂🚴‍♂🚴‍♂
*Extensão *- longa
*Topografia *- pouco irregular c/ algumas ladeiras mais fortes.
*Piso *- 70% asfalto e 30% estradão.
*Região *- Leste Sergipano / Costeira
*Clima *- Tropical quente e úmido.
Temperatura – até 35 graus

* 2 Trecho
28.04 – Betume / Propria – 55 km
Classificação / Dificuldade –
🚴‍♂🚴‍♂🚴‍♂
*Extensão *- média
*Topografia *- pouco irregular c/ poucas ladeiras suaves.
*Piso *- 30% – asfalto e 70% terra.
*Região *- Leste / Agreste Sergipano
*Clima *- Tropical subúmido / Semiárido
*Temperatura *- média de 35 graus

* 3 Trecho
29.04 – Propria / Gararu 65km
Classificação / Dificuldade
🚴‍♂🚴‍♂🚴‍♂🚴‍♂
*Extensão *- longa
*Topografia *- irregular c/ ladeiras longas e outras mais fortes.
*Piso *- 20% – asfalto e 80% -estradão / terra / cascalhos.
*Região *- Agreste / Sertão Sergipano.
*Clima *- Semiárido.
*Temperatura *- média de 40 graus

* 4 Trecho
30.04 – Gararu / Niteroi – 60 km
Classificação / Dificuldade –
🚴‍♂🚴‍♂🚴‍♂🚴‍♂🚴‍♂
*Extensão *- longa
*Topografia *- irregular c/ ladeiras longas e outras íngremes.
*Piso *- 70% asfalto e 30% estradão, terra, cascalhos e travessia do riacho Capivara.
*Região *- Sertão Sergipano
*Clima *- Semiárido / Árido Caatinga
*Temperatura *- média acima de 40 graus

* 01.05 – Retorno

Obeservação!
Para fins de orientação quanto a estimativa de orçamento p cada ciclista, calculamos um valor básico de R$625,00 (incluso transportes, alimentação, pernoites e carro de apoio). BOM PEDAL MOÇADA!

De forma simplória e, sim assim fosse,  bem,tcham tcham tcham…. Para quem vai pelo rio navegando, sairemos em velejada no sábado de Neópolis, depois de dormir do dia 27 para o dia 28. Ficaremos no hotel localizado no bairro de Betume. Dia 28/04 iniciamos nossa grande velejada de Neópolis subindo rio até Propriá onde dormiremos (em tese);Dia 29/04,velejaremos até Garapu onde dormiremos. No dia 30 vamos até  Niterói onde pernoitamos na margem alagoana, em Pão de Açúcar, voltando dia 01/05 para casa. Quem for de Recife, pode se organizar para voltar por Alagoas direto.Acabou? Que nada! Leiam tudo a partir de hoje e vibrem conosco todos os momentos dessa incrível aventura!

Bem, a partir de hoje, vamos trazer diariamente informações do percurso do Rally do Velho Chico para quem vai pelo Rio São Francisco.Hoje vamos falar do primeiro dia de pernoite e do primeiro dia de velejo.
Primeiro dia – 27 de Abril. Nossa Trip terá incio na frente do Privê Rio Belo que fica distante 32km da foz do rio São Francisco com o Oceano Atlântico.Vide foto abaixo:
Pernoitaremos no Privê Rio Belo, localizado na Rodovia SE 120 – Bairro de Betume, S/N – Neópolis – Sergipe.
Localizada em um paraíso ecológico com grande potencial turístico, seja de lazer ou negócios, o Privê Rio Belo surgiu com a necessidade de acolher os amigos e visitantes. Próximo a Foz do Rio São Francisco, a cidade histórica de Penedo, bem como as praias paradisíacas de Piaçabuçu e Pontal do Peba, o lugar é simplesmente fantástico. Tem Infra estrutura completa com piscina adulto e infantil, área verde, parque infantil, deck com ambiente especial para descanso, estacionamento fechado, bar e restaurante com o melhor da gastronomia regional, chalés mobiliados com 02 quartos, ar condicionado, cozinha americana com geladeira e fogão, sala com poltronas e tv de led, varanda com redes e poltronas para seu descanso e uma lancha para desbravar os passeios, pescarias e trilhas ecológicas pelo Rio São Francisco.Visite o portal do Privê Rio Belo clicando aqui:http://priveriobelo.com.br
Assista ao vídeo e conheça o Privê Rio Belo,onde pernoitaremos em Neópolis de 27 para 28 de Abril, antes de iniciar nossa velejada. Esse filme foi produzido pela tvdonordeste:

O bairro de Betume pertence ao município de Neópolis- SE – Baixo São Francisco.Considerada hoje como a Capital Sergipana do Frevo possuindo um dos mais tradicionais carnavais do Estado e do Nordeste. Considerado o 2º. melhor carnaval de rua do mundo, ficando atrás somente do carnaval de Olinda em Pernambuco. A cidade foi influenciada pela festa de rua e, até hoje, realiza os tradicionais desfiles de blocos puxados por bandas, conhecido como Zé Pereira. Neópolis é uma cidade histórica que viveu muitos anos sob o domínio dos holandeses, comandado pelo príncipe Maurício de Nassau que inclusive residiu na cidade. Foi ele quem construiu o então forte de Keer de Koe, que depois foi tomado do poder pelos portugueses, os frades transformaram na belíssima Igreja do Rosário (hoje, Tombada pelo IPHAN como Patrimônio histórico).

Conheça Neópolis – A Capital do Frevo, através desse maravilhoso vídeo de autoria da DJI Phantom Aracaju:

Depois de tomar o café da manhã entramos no rio para percorrer, mais ou menos, 41km até a cidade de Propriá-SE.Vide a foto abaixo:

Depois de velejar durante umas boas horas curtindo as bordejadas, no caso dos barcos e as subidas e descidas, no caso das bikes, chegamos em Propriá Sergipe, onde as embarcações fazem a travessia entre os estados de Sergipe e Alagoas pelas águas do rio São Francisco, a ponte sobre o Velho Chico é um símbolo de Propriá Sergipe, construída em meados da década de 70 tem 793 metros de comprimento e um pôr do sol sem igual, mas esse não é o único símbolo da cidade que fica no baixo São Francisco a 98 km de Aracaju e tem 30.000 habitantes.

Aqui na acolhedora cidade de Propriá ficaremos hospedados na pousada Chega Mais , vide site:http://business.google.com/website/pousada-chega-mais/

Vamos conhecer a cidade de Propriá em Sergipe no vídeo produzido por Osman Moreira? Clique aqui:

Sabemos que velejar é preciso viver não é preciso…Velejar é um dos esportes mais agradáveis que existem.Se você é uma pessoa que acredita em vibrações positivas, ou apenas boas sensações, saiba que estar em alto mar com certeza providencia tudo isso. É necessário conhecer o esporte e o barco no qual você irá praticá-lo, com todas suas medidas de segurança. Como já foi dito, existe um contato com a natureza muito definido, então é preciso se adaptar a ela, e não o contrário.Sua qualidade e estilo de vida claramente mudam quando você tem o hábito de velejar. O esporte a vela pode não só causar efeitos e benefícios físicos, como também mudar aspectos psicológicos e sociais da sua vida.A vivência será sua, mas seus familiares e amigos também farão parte. Levá-los para velejar será algo intransferível – e inesquecível. Então amigos, imaginem passar por dificuldades e conseguir transpor com toda perícia e depois assimilá-las juntos numa flotilha? Esse é o verdadeiro espírito do Rally do Velho Chico!

Mas se velejar nesse clima de aventura já é , por si só, uma das melhores experiências, que tal unir isso tudo a defesa de nosso planeta, ou melhor ainda, do nosso maravilhoso Rio São Francisco? Durante esses dois anos bordejando no rio São Francisco, o grupo passou  a acompanhar sua constante modificação e sinais de degradação como por exemplo: Entre os principais problemas encontrados estão a derrubada da mata ciliar, o assoreamento, os esgotos que deságuam todos os dias no rio e a escassez de água, seja em razão da seca, seja em razão do represamento nas barragens e hidrelétricas.

O Rio São Francisco é um dos mais importantes cursos d’água do Brasil. São 2.800 quilômetros de extensão que cortam seis estados brasileiros e o Distrito Federal. A quantidade de água é de impressionar, mas o rio tem apresentado uma baixa do nível e, em alguns trechos, acontece a formação de bancos de areia.A situação se agravou mais nos últimos cinco anos por causa da estiagem.De acordo com os velejadores, que navegaram nessas duas edições do Rally do Velho Chico já perceberam os sinais da degradação. Os bancos de areia estão ficando cada vez maiores. Até nos mapas dá para ver esse banco de areia. Enfim, começaram a perceber que o rio está sofrendo devido as intervenções humanas que culminaram com a transposição de suas águas para outras regiões do sertão nordestino.

Convocamos toda a sociedade “Rio São Franciscana” para uma abrangente mobilização. Por mais que os órgãos responsáveis estejam se preparando, precisamos que cada cidadão ribeirinho abrace também a causa, se sinta sensibilizado e envolvido. Não importa o uso que ele faça da água, se é irrigante, industriário, criador de gado ou apenas para consumo próprio. Dependemos da disposição de cada um para nos ajudar. Por isso, a aproximação para uma grande força tarefa efetiva e abrangente está sendo colocada em prática durante todo percurso do Rally do Velho Chico. Juntos vamos salvar o Rio São Francisco!

” Esse ano, com apoio total do webtv, www.acaoeaventura.com.br,  transformaremos a linda e emocionante aventura do Rally do Velho Chico, numa velejada de consciência da natureza e das relações humanas dentro da sociedade em que se insere, servindo de subsídio e documentário para que, as autoridades, coloquem em prática as ações de inúmeros projetos e estudos de revitalização do Rio São Francisco! ” ratifica Wilson Alves Filho, idealizador do Rally do Velho Chico.

Velejar é um esporte que possui uma belíssima interação com natureza! Vento, água, correntes e respeito ao habitat natural são valores marcantes no caráter de todos velejadores! Por isso se faz necessário cuidar do nosso patrimônio nacional que é o Rio São Francisco, perfeito para quem procura passeios em ambientes naturais e exóticos, com a presença imponente do Rio São Francisco, seus canyons e belezas.Nas duas velejadas das edições passadas do Rally os velejadores descobriram lugares incríveis, do ponto de vista da beleza, da exuberância e do tamanho: os velejadores-visitantes desfrutaram dos atrativos do belo Rio São Francisco, a culinária que mistura a sertaneja com as peixadas de surubim, o artesanato de múltiplas formas de carrancas, as praias de água doce e areias alvas e finíssimas do rio-mar encantam e deixam saudades em quem passa por lá.

Além de morros, serras, colinas, paredões de pedras altíssimos, grutas e vales de beleza inimaginável! São paisagens que chamam a atenção, por sua grandiosidade quase mística! É preciso Velejar no Rally do Velho Chico subindo na contra-mão da correnteza mas a favor dos ventos de médios a forte para viver e crer! 

ESSE ANO A AVENTURA VAI POR ÁGUA E POR TERRA!

Esse ano, além os velejadores que irão fazer a subida do Rio São Francisco navegando,  teremos também a moçada transada do pedal da Associação Zuandeiros Atividades Ciclísticas, também denominada de “Os Zuandeiros”, que nasceu em 20 de fevereiro de 2008, quando um grupo de ciclistas, depois de um passeio cheio de imprevistos, pensou em oferecer uma melhor estrutura para a realização de trilhas fora da cidade de Aracaju (SE).

Naquela época havia dois grupos de ciclismo em Aracaju: “Aracaju Pedal Livre” e “Pedal Suado”. Em outubro de 2007 estes grupos se uniram e realizaram uma trilha no município de Capela (SE). Para isso, foi locado um ônibus onde a maioria das bicicletas foi cuidadosamente posicionada no bagageiro e, por falta de espaço, outras foram colocadas no corredor. Ciclistas, bagagens e bicicletas todos no interior do ônibus. Parecia mais uma “lata de sardinha”. 

Nas proximidades da cidade de Maruim (SE) estourou o pneu traseiro. Um pipoco de lascar, todos ficaram apavorados, e o pior, cerca de duas horas de atraso, pois não havia estepe. O calor no interior do ônibus era insuportável e foi necessário retirar as bikes do corredor para que todos pudessem descer e o serviço ser feito.

Finalmente, ao chegar à cidade de Capela (75km de Aracaju) na hora de retirar as bikes foi uma chiadeira generalizada: quadros arranhados, selins rasgados, raios quebrados…

Apesar dos transtornos e do atraso a trilha foi um sucesso! No retorno colocou-se papelão entre as bikes e o motorista foi orientado a não ultrapassar 60 km/h. Com tantos imprevistos, só à noite o ônibus chegou na capital.

Foi no retorno deste passeio que surgiu a ideia da formação do Grupo “Os Zuandeiros”. Deveria ser um grupo sem fins lucrativos, cujo principal objetivo fosse oferecer uma estrutura mínima para a realização dos passeios intermunicipais e interestaduais.

Após varias reuniões, entre novembro de 2007 e janeiro de 2008, finalmente, no dia 20 de fevereiro de 2008 foi realizada a reunião de fundação, conforme ata abaixo.

A sede dos Zuandeiros fica localizada na Rua Sinésia Barreto Moura, nº 179, Residencial Bela Vista, Bairro Ponto Novo, Aracaju (SE).

Hoje, o Grupo Zuandeiros tem estrutura para realizar passeios locais, intermunicipais e interestaduais com conforto e segurança, em face de dispor de dois reboques (um para 30 bikes e outro para 10), uma Land Rover (carro de apoio) equipada com mais oito racks de teto, suprimentos de primeiros socorros, além de ferramentas e outros acessórios de bike, necessários para a realização de boa trilha. As viagens são realizadas em confortáveis microônibus, fretados para tal fim.https://www.oszuandeiros.com/

Ação & Aventura

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